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Sonho de pai, portão, música, irmã

Estava tudo normal, até eu sair. As luzes começaram a piscar do nada, e tocar uma música infantil, falei pra meu pai, e ele arrumou uma mala pra eu e para minha irmã,e mandou irmos pro portão da frente mais rápido possível, ele abriu o portão e o sonho acabou

Este sonho foi adicionado ao banco de dados de sonhos pela primeira vez 5 years ago em January 19, 2021

Análise de Interpretação de Sonhos

Significado de pai em um sonho

Autoridade. Controle. Orientação. Reconhecimento. Felicidade. Virtude. Sonhar com seu pai significa que você está prestes a se envolver em uma dificuldade e que precisará de um conselho sábio para se livrar disso. Se ele estiver morto, isso denota que seu negócio está puxando fortemente e você terá que ter cuidado ao conduzi-lo. Para uma jovem sonhar com seu pai morto, pressagia que seu amante irá, ou está, fingindo que está.


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Significado de portão em um sonho

Abertura ou fechamento de algo. Sonhar em ver ou passar por um portão prediz que notícias alarmantes chegarão a você em breve. Os negócios não serão encorajadores. Para ver um portão fechado, a incapacidade de superar as dificuldades atuais é prevista. Bloquear um denota empreendimentos de sucesso e amigos bem escolhidos. Um quebrado, significa fracasso e arredores discordantes. Ficar incomodado em passar por um, ou abri-lo, denota que seus trabalhos mais absorventes não serão remuneradores ou satisfatórios. Para balançar em um, prediz que você se envolverá em prazeres ociosos e depravados.


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Significado de música em um sonho

Grande prazer na vida. Ritmo. Harmonia. Precisa se expressar. A música em um sonho representa harmonia em sua vida. Se você tem uma melodia em seu sonho, pense em como ela o fez sentir e observe os outros símbolos que a cercam. Tudo em um sonho deve estar relacionado com os outros símbolos para capturar o significado do sonho, e a música em um sonho é um grande símbolo! A música em um sonho representa harmonia em sua vida. Se você tem uma melodia em seu sonho, pense em como ela o fez sentir e observe os outros símbolos que a cercam. Tudo em um sonho deve estar relacionado com os outros símbolos para capturar o significado do sonho, e a música em um sonho é um grande símbolo! Sonhar em ouvir música harmoniosa pressagia prazer e prosperidade. Música discordante prediz problemas com crianças indisciplinadas e infelicidade na casa.


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Significado de irmã em um sonho

Família. Companheirismo. Fortuna. Você está ciente de seu entorno.


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Intérprete de Sonhos Humanos

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Imagem de Gal Faitelson - uma intérprete de sonhos
Gal Faitelson
Imagem de Eli Rabanim - um intérprete de sonhos
Eli Rabanim
Imagem de Danit Elihav - uma intérprete de sonhos
Danit Elihav

Sonhos semelhantes

Eu e minha família estávamos em uma cidade onde todos nos tratavam como se fôssemos da realeza. Durante o dia, ficávamos em um lugar que parecia um hotel fazenda, cheio de pés de frutas e piscinas, e à noite íamos para uma mansão enorme, discreta, que lembrava um castelo antigo. Em certo momento, surgiu um homem que queria nos matar e começou a nos perseguir pela cidade inteira. Apesar disso, a população se mobilizou para nos ajudar e, graças a esse apoio, ele desistiu da perseguição. Depois disso, voltamos ao hotel fazenda e curtimos bastante o dia na piscina. Enquanto meus pais foram para uma mesa do restaurante, fiquei apenas com meu irmão mais velho. Decidi sair da piscina e caminhei até um pé de lichia, que tinha frutos enormes e suculentos. No entanto, não cheguei a comer a fruta nem a entrar em uma casinha simples que havia por perto. Antes disso, comecei a me sentir tonta, perdi a consciência e, de repente, já escutava vozes dentro da casinha dizendo que meu coração estava batendo muito fraco. Nesse momento, tive a sensação de sair do meu corpo. Eu via meu corpo deitado em uma maca, mas ninguém mais me percebia. Então apareceu um homem alto, de cabelos longos e brancos, que se apresentou como um “medicineiro”. Ele começou a examinar meu corpo e disse que meu coração estava parando. Tentou massagem cardíaca, mas não funcionou. Colocou um aparelho que começou a apitar e afirmou que teria que aplicar choques. Mesmo fora do corpo, eu conseguia interagir: fui eu quem apertou o botão do primeiro choque, após o medicineiro acenar em sinal de aprovação. O primeiro não funcionou, mas no segundo choque meu coração voltou a bater. Quando acordei dentro do sonho, ainda me sentia fraca, mas pedi que não contassem nada aos meus pais. O medicineiro me aconselhou a fazer exames. Apesar de não conhecê-lo, ele transmitia confiança, mas também um ar de mistério. Ao sair da casinha apoiada por ele, vi minha família sentada no restaurante, rindo e conversando, sem saber do que havia acontecido comigo. Quando despertei de verdade, fora do sonho, senti uma dor leve na região do peito, exatamente onde havia sido feita a massagem cardíaca. Minha visão estava em preto e branco por alguns minutos, o que me causou angústia. Fiquei deitada olhando para o teto até tudo voltar ao normal para conseguir me levantar.

No sonho, eu morava em um lugar cheio de cobras. Eu tinha umas três pessoas e, em um momento, a gente estava andando de barco num rio. Durante o caminho, encontramos uma ilha onde não tinha nenhuma cobra. Nessa ilha morava um homem e uma mulher, um casal. Eu e essas três pessoas passamos um tempo lá, como se fosse uma visita. Depois disso, em algum momento, nós viramos cobras. Com o tempo, decidimos que queríamos morar naquela ilha. Pra chegar lá de vez, a gente precisava atravessar o lugar onde eu morava antes, que era cheio de cobras, inclusive jararacas. A gente tentava se mover devagar, porque elas eram bravas e qualquer movimento errado podia causar um ataque. Em um momento, eu me mexo rápido demais e uma jararaca verde dá o bote em mim, mas não me acerta. Quando isso acontece, eu e meus amigos começamos a correr em direção à ilha, enquanto as cobras daquele lugar vêm atrás da gente. Quando finalmente chegamos na ilha, voltamos a ser humanos. A gente entra por um tipo de portão que tinha lá, e o perigo fica do lado de fora. Nesse momento, tudo fica mais calmo. Eu lembro que tinha até uma criança segurando uma tartaruga na mão. Aí o sonho acaba.

No sonho, vivi uma experiência estranha e perturbadora: eu “ouvia” várias músicas que pareciam existir plenamente, com títulos definidos, identidade artística clara e até uma estética própria. No entanto, havia algo errado nelas — não pelo som em si, mas pela sensação de excesso, transgressão e confronto com tudo que é sagrado, filosófico ou religioso. Era como se o sonho reunisse mitologias, crenças e sistemas espirituais diferentes apenas para colocá-los em conflito absoluto. Ao acordar, a impressão era de que tudo aquilo deveria permanecer apenas no campo do imaginário, como um pesadelo simbólico sobre intolerância, fanatismo e violência levados ao extremo. Porém, o mais inquietante veio depois: ao pesquisar, percebi que aquelas músicas realmente existiam e haviam sido lançadas. Os nomes, os temas gerais e a identidade eram reais, como se o sonho tivesse antecipado algo que já estava registrado no mundo. Isso me causou uma sensação de desconforto profundo. O sonho deixou de parecer apenas uma criação da mente e passou a soar como um espelho distorcido da realidade — uma representação exagerada de discursos de ódio, radicalização e destruição simbólica que, infelizmente, também encontram espaço fora do sonho. Não era sobre concordar com nada daquilo, mas sobre o choque de perceber que algo tão extremo, que no sonho parecia absurdo demais para existir, já estava materializado. No fim, o sonho não foi sobre as músicas em si, mas sobre o impacto delas: a constatação de que a mente humana é capaz de imaginar horrores — e que, às vezes, o mundo real não está tão distante desses limites quanto gostaríamos de acreditar.

Com o que você sonhou?