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Sonho de Cidade, Nós, lã, mercado, pessoa

Sonhei que estava na cidade da minha vó e iria encontrar uma pessoa, só que encontrei no mercado e nós beijamos lá, depois ele falou pra marcar pra nós se encontrar em outro lugar para poder ficar

Este sonho foi adicionado ao banco de dados de sonhos pela primeira vez 4 years ago em August 16, 2021

Análise de Interpretação de Sonhos

Significado de Cidade em um sonho

Ambição de civilizar a ordem. Cultura. Conclusão de esperanças. Sonhar que você está em uma cidade estranha denota que você terá uma triste ocasião para mudar sua residência ou modo de vida.


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Significado de Nós em um sonho

Restrição. Mantendo-se juntos. Complicações. Algo que você deseja ou teme amarrar. Sonhar em ver nós denota muita preocupação com as coisas mais triviais. Se sua namorada notar outro, você encontrará imediatamente motivos para censurá-lo. Dar um nó significa uma natureza independente, e você se recusará a ser importunado por um amante ou amigo mal-intencionado.


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Significado de lã em um sonho

Sonhar com é um sinal agradável de oportunidades prósperas para expandir seus interesses. Ver suja, ou suja, prediz que você procurará emprego com aqueles que detestam seus princípios.


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Significado de mercado em um sonho

Sonhar que está em um mercado, denota economia e muita atividade em todas as ocupações. Ver um mercado vazio indica depressão e melancolia. Ver vegetais ou carne em decomposição denota perdas nos negócios. Para uma jovem, o mercado prevê mudanças agradáveis.


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Significado de pessoa em um sonho

Ver a mesma pessoa repetidamente em seu sonho é um sinal de que alguém do mundo posterior está tentando entrar em contato com você e tentando lhe dizer algo. Você deve tentar entender e seguir suas instruções.


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Intérprete de Sonhos Humanos

Insatisfeito com a interpretação automática, clique em nossos intérpretes humanos e tenha seu sonho interpretado por uma pessoa real, à moda antiga

Imagem de Gal Faitelson - uma intérprete de sonhos
Gal Faitelson
Imagem de Eli Rabanim - um intérprete de sonhos
Eli Rabanim
Imagem de Danit Elihav - uma intérprete de sonhos
Danit Elihav

Sonhos semelhantes

Sonhei que eu vivia em um topo de um colina, onde a minha casa era uma árvore gigante, a qual dividia com familiares, amigos e conhecidos, como uma tribo. Não eramos humanos, eramos uma espécie de cão misturado com gato, mas sabíamos falar. Tinha uma pessoa que eu tava muito apaixonado, ela também tava. Houve um cena em que nos beijamos, onde eu rapidamente desviei o olhar após o beijo. Logo em seguida teve um cara que tentou assinar a garota que eu gostava a um tempo atrás, e quando tive a chance, e a empurrei do topo de árvore-casa, e ele morreu, enquanto eu anunciei a morte dele com desprezo e frieza. Logo depois eu destruí um placa qualquer porque eu tava muito estressado, e o melhor amigo começou a gritar, dizendo para eu me controlar. Tivemos um luta muito breve logo antes de eu declarar que a amizade que eu tenho com ele e meus amigos é tudo para mim, e nos abraçamos. Logo após isso o sonho acaba.

Sonhei que estava com um senhor branco levando eu e mais uma menina, conversava tranquilo com a gente e dava pra ver que era o um homem bom no começo. O pesadelo se passava em outra época antiga escravocrata, eu estava com roupas antigas e tudo antigo. Feito isso, chegamos em um casarão cheio de entrada onde ficava os escravos e uma escrava chegou do nada, pedindo minha cabeça ao senhor branco pra fazer macumba e dizendo que eu parecia uma bomba branca ou pomba gira. E o senhor disse "vou dá a sarará para você? Eu peguei ela na casa da tia dela pra eu te dar?" E então ela mudou completamente de expressão e disse "sua vó se chama Berenice?" E eu concordando pelo falo de minha vó ter sido do candomblé. Aí eu me abaixei com medo pelo que eu vir e era um espírito ruim e ela me chamava e eu recusava. Até que a gente entrou dentro da casa e apareceu outra mulher negra vindo atrás de mim. Como se eles quisessem minha cabeça.

No sonho, vivi uma experiência estranha e perturbadora: eu “ouvia” várias músicas que pareciam existir plenamente, com títulos definidos, identidade artística clara e até uma estética própria. No entanto, havia algo errado nelas — não pelo som em si, mas pela sensação de excesso, transgressão e confronto com tudo que é sagrado, filosófico ou religioso. Era como se o sonho reunisse mitologias, crenças e sistemas espirituais diferentes apenas para colocá-los em conflito absoluto. Ao acordar, a impressão era de que tudo aquilo deveria permanecer apenas no campo do imaginário, como um pesadelo simbólico sobre intolerância, fanatismo e violência levados ao extremo. Porém, o mais inquietante veio depois: ao pesquisar, percebi que aquelas músicas realmente existiam e haviam sido lançadas. Os nomes, os temas gerais e a identidade eram reais, como se o sonho tivesse antecipado algo que já estava registrado no mundo. Isso me causou uma sensação de desconforto profundo. O sonho deixou de parecer apenas uma criação da mente e passou a soar como um espelho distorcido da realidade — uma representação exagerada de discursos de ódio, radicalização e destruição simbólica que, infelizmente, também encontram espaço fora do sonho. Não era sobre concordar com nada daquilo, mas sobre o choque de perceber que algo tão extremo, que no sonho parecia absurdo demais para existir, já estava materializado. No fim, o sonho não foi sobre as músicas em si, mas sobre o impacto delas: a constatação de que a mente humana é capaz de imaginar horrores — e que, às vezes, o mundo real não está tão distante desses limites quanto gostaríamos de acreditar.

Com o que você sonhou?