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Sonhos colo

Encontrado 484 sonhos contendo colo


Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

Eu andando com uns amigos e passa uma viatura no sentido contrário e via a gente depois voltava e meus amigos correram e mais na frente pra onde a gente estava andando tinha uns policiais parado e abordava a gente e meus amigos tinham corrido eu me rendi ai começo uma trocação de tiro e os policia tinham matado uns colegas meu aí um dos policiais tava baleado e caiu no chão na minha frente e tinha uma policial mulher q caiu também e ela falou para um amigo meu que estava armado para leva ela pro inferno logo aí ele deu um tiro nela e a policial morreu em seguida sonhei com um amigo que já tinha falecido ele estava cego e a mãe dele tinha morrido eu dava meus pisamos maís ele parecia não se importa com a morte da mãe em seguida aprecia dentro de casa dele duas vezes maís ficava com um sentimento de medo e pediu pra ir embora depois fui para um hospital tinha um homem velho em uma marca eles falava algumas palavras eu não entendi disso q meu pai tinha quase a merma ideia que ele parecia que ele ia fazer algum procedimento cirúrgico meio q falar q ia fica tudo bem em seguida queria sai do hospital veio uma mulher e me mostrou uma parade nela tinha um quadrado pequeno d cimento ela manda eu colocar meu rosto colado nele que eu ia sair dali fui para um outro mundo meio q me teletransportei pela parede vir uma mulher meio que sentada parecia uma pomba gira me reverenciei para ela me disse q não precisa disso em seguida vir um laço vermelho do lado dela ela me disse que eu ia volta em forma de cachorro sem braços e sem perna só com a cabeça e com o corpo paralisado eu voltei para o mundo normal que eu estava no sonho de novo, via muito dinheiro em um saco não era real e sim parecia ser Euro ou dola tinha uns mil reais eu contava e via que tinha mil reais certinho ficava feliz por que não tinha visto tanto dinheiro Asim já minha mão em seguida parecia q eu tava voando aquelas pessoas que morreram no tiroteio estava no chão com um pano cinza coberto e várias pessoas do lado vendo.

Sonhei que minha mãe pedia pra olhar o ouvido pq as vezes entupia antigamente. Aí eu ia olhar e via os olhos dela pouco.vermelho parecendo q tinha chorado. Ou tossindo e por isso os olhos ficava assim. Aí do nada ela.desmaiava ficava sem força, eu ficava agoniada levantava ela ela falava algo mas desmaiada eu pegava ela no colo e botava dentro da kombi, orava por ela quando estava segurando ela orava bastante, e até pensava n sei como estou aguentando minha mãe no meu colo, msm ela sendo mais magra q eu, tem q ter força e eu carregava como tivesse mt força. Aí dps quando ela estava na kombi, eu chorava e orava falava algo, alisava as pernas dela e ela se acordava e ficava conversando normal com a minha irmã. Daí o sonho acabava. Eu tbm tive um sonho hoje com ela tbm e outra mulher, quando acordei eu pensei isso tem a ver com alguma coisa, inveja algo do tipo. Mas esse sonho eu n lembro. Só lembrei quando acordei na hora

Eu em uma motocicleta com mais duas pessoas na mesma moto e subi o morro para buscar minha filha quando eu fiz a volta para ir busca ela já vinha correndo com os olhos cheio de lágrimas pensando que eu tinha deixado ela para trás no sonho era uns amigos que estão na motocicleta comigo porque o que estava atrás de mim fez uma brincadeira e eu coloquei a mão para trás e dei um beliscão e já acelerei a moto para fazer a volta e buscar minha filha?

Eu acabei de fazer um vídeo e eu ia ajudar. que era bem que era bem elevada e eu estava lá em cima com algumas pessoas, a cabelo do menino. Aí eu ia passar o base de roxo e tal, só que ele estava ficava verde. Aí eu se passei gente eu falei não, vamos ficar a vou fingir que eu sou a Shrek e tal, vou fazer uma maquiagem. Aí essas pessoas da minha que eu chutei na quinta-feira e me deixou uma menina lá que eu chutei, que até hoje eu gosto muito dela. E aí esse povo não, porque ele pode ter sido e tal. Eu pode ter sido essa maquiagem que ficava muito velha, porque eu estava assistindo bonito, entendeu? Descer depois lá. E aí tem um grupo de meninos que eu chutei e colocava palha pintada de tinta de um monte de coisa e jogava em cima de mim. Eu fiquei com tanta raiva por isso essa menina brinquedo. Aí elas machucou e tal. Aí com isso a polícia veio e não sei o quê e tal. Aí eu tentava dar minha versão e tal, mas minha mãe soube o que aconteceu e expliquei que estavam me humilhando, não sei o quê. Aí elas ficou do lado e eu comia também. Aí eu não sei como estava tipo eu e todo mundo dentro do avião no aeroporto do Rio de Janeiro. E aí eles armaram esse povo que... Família dessa menina que tem dinheiro pegou e armou uma venda com o ciclo de Cristo. Cristo apanhou ela, gritaram Jesus e Jesus e o próprio Deus, espera, espera. Aí a maioria do povo tudo pulou do avião, porque muita muita gente, não saía daquele povo, muita gente pegou e saiu do avião, pulou naquele negócio que a gente paraquedas, pra machucar. Aí a maioria do povo estava começando a ficar do meu lado, porque estava entendendo o que estava acontecendo. Aí eles compraram, né, eles que criaram isso, que inventaram tudo isso que aconteceu. Eles que inventaram e pagaram pra poder isso acontecer, depois eles estavam estourando, falando que davam dinheiro e tal, em troca dele ficar quieta, não falar mais nada sobre o que aconteceu. E eu só queria saber da minha família, e eu falei de primeiro que não, depois eu pensei, pô, é melhor, porque eles podem pegar e matar. Aí eu peguei e falei sim, pode ser, mas deixa minha mãe e minha família quieta. Aí mesmo com isso, eles planejaram um negócio que muitas gente desceu, desceu porquinho, um negócio de pessoas da Olimpíada, pessoas da Olimpíada. E as pessoas ficavam tipo pertendo, tudo correndo, muitas pessoas, e eles poderiam perigoso e machucar a gente, matava na hora. E aí mesmo tendo que aceitar eles tal e eles ficavam falando, eles me deixaram carão, esse negócio. E eu e um monte de gente que acreditava em mim, pegaram e ficava correndo esse negócio. Esse negócio. E aí a demora nunca mais tinha visto ela. E aí a gente... Era como se fosse na praia ao mesmo tempo, e aí um monte de na praia e procurando os parentes, e eu olhando, procurando a minha mãe, procurando a minha mãe. Quando eu desci pra praia, porque daí a fumo atingia o povo que estava por esses atletas, não ia atingir a gente quando viesse tudo. E foi isso.

Eu e minha família estávamos em uma cidade onde todos nos tratavam como se fôssemos da realeza. Durante o dia, ficávamos em um lugar que parecia um hotel fazenda, cheio de pés de frutas e piscinas, e à noite íamos para uma mansão enorme, discreta, que lembrava um castelo antigo. Em certo momento, surgiu um homem que queria nos matar e começou a nos perseguir pela cidade inteira. Apesar disso, a população se mobilizou para nos ajudar e, graças a esse apoio, ele desistiu da perseguição. Depois disso, voltamos ao hotel fazenda e curtimos bastante o dia na piscina. Enquanto meus pais foram para uma mesa do restaurante, fiquei apenas com meu irmão mais velho. Decidi sair da piscina e caminhei até um pé de lichia, que tinha frutos enormes e suculentos. No entanto, não cheguei a comer a fruta nem a entrar em uma casinha simples que havia por perto. Antes disso, comecei a me sentir tonta, perdi a consciência e, de repente, já escutava vozes dentro da casinha dizendo que meu coração estava batendo muito fraco. Nesse momento, tive a sensação de sair do meu corpo. Eu via meu corpo deitado em uma maca, mas ninguém mais me percebia. Então apareceu um homem alto, de cabelos longos e brancos, que se apresentou como um “medicineiro”. Ele começou a examinar meu corpo e disse que meu coração estava parando. Tentou massagem cardíaca, mas não funcionou. Colocou um aparelho que começou a apitar e afirmou que teria que aplicar choques. Mesmo fora do corpo, eu conseguia interagir: fui eu quem apertou o botão do primeiro choque, após o medicineiro acenar em sinal de aprovação. O primeiro não funcionou, mas no segundo choque meu coração voltou a bater. Quando acordei dentro do sonho, ainda me sentia fraca, mas pedi que não contassem nada aos meus pais. O medicineiro me aconselhou a fazer exames. Apesar de não conhecê-lo, ele transmitia confiança, mas também um ar de mistério. Ao sair da casinha apoiada por ele, vi minha família sentada no restaurante, rindo e conversando, sem saber do que havia acontecido comigo. Quando despertei de verdade, fora do sonho, senti uma dor leve na região do peito, exatamente onde havia sido feita a massagem cardíaca. Minha visão estava em preto e branco por alguns minutos, o que me causou angústia. Fiquei deitada olhando para o teto até tudo voltar ao normal para conseguir me levantar.

No sonho, vivi uma experiência estranha e perturbadora: eu “ouvia” várias músicas que pareciam existir plenamente, com títulos definidos, identidade artística clara e até uma estética própria. No entanto, havia algo errado nelas — não pelo som em si, mas pela sensação de excesso, transgressão e confronto com tudo que é sagrado, filosófico ou religioso. Era como se o sonho reunisse mitologias, crenças e sistemas espirituais diferentes apenas para colocá-los em conflito absoluto. Ao acordar, a impressão era de que tudo aquilo deveria permanecer apenas no campo do imaginário, como um pesadelo simbólico sobre intolerância, fanatismo e violência levados ao extremo. Porém, o mais inquietante veio depois: ao pesquisar, percebi que aquelas músicas realmente existiam e haviam sido lançadas. Os nomes, os temas gerais e a identidade eram reais, como se o sonho tivesse antecipado algo que já estava registrado no mundo. Isso me causou uma sensação de desconforto profundo. O sonho deixou de parecer apenas uma criação da mente e passou a soar como um espelho distorcido da realidade — uma representação exagerada de discursos de ódio, radicalização e destruição simbólica que, infelizmente, também encontram espaço fora do sonho. Não era sobre concordar com nada daquilo, mas sobre o choque de perceber que algo tão extremo, que no sonho parecia absurdo demais para existir, já estava materializado. No fim, o sonho não foi sobre as músicas em si, mas sobre o impacto delas: a constatação de que a mente humana é capaz de imaginar horrores — e que, às vezes, o mundo real não está tão distante desses limites quanto gostaríamos de acreditar.

Eu sonnhei em que estava em uma casa toda de madeira e que dentro dessa casa tinha uma mulher velha cabelos brancos meio jovem nas base de 46 47 anos e dois rapazes que começavam a brigar e depois saim, no sonho meu namorando estava. Mas no sonho tiha o médico que estava perto de uma mesa abaixando ajuntado as coisas dele e colocando na bolsa e ele olhava para o meu namorando e depois pra me e dizia: ´´ela é estéreo´´ e saia pela porta e no sonho eu chorava e dizia não e meu namorando pegava no meu rosto e dizia fique calma e pegava na minha barriga e orava.

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