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Sonhos Escuro

Encontrado 171 sonhos contendo Escuro - Página 2


Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

Um lugar branco azul e meio transparente, calmo e uma ótima sensação. Uma velha disse "não escute nos " ou algo do tipo. Ia descer as escadas ( uma escada estilo caracol sem o meio) caiu no centro mas não me machuquei, parece que flutuei. Falei com outras pessoas não sei ou lembro o que diziam, dancei de uma sala para outra como se a gravidade foi a da lua. Até chegar em uma mulher não sei oq conversamos. Mas sei que adorei tanto que perguntei quem ela era e ela me disse que era á "Cidade" a única coisa que lembro da nossa conversa foi "escute, e eu escutei, eu mesmo roncando" ( com uma certeza que eu estava dormindo e ali era algum lugar) Dois homens na outra mesa me chamaram, não sei o que falaram, mas "Cidade" disse "você não pode ficar aqui". Na mesma hora olhei para frente e parecia uma tela de cinema, um filme passando e de repente nada. Um escuro que não enxergava nada, passei a mão para os lados tentando me agarrar á algo e senti um cabelo cacheado. Segurei com tudo tentando acordar, quando dei por mim estava puxando o cabelo e uma mulher (o filme passando na minha frente como se eu somente tivesse dormido no meio do filme e acordado assustado e segundo sem ver o cabelo de uma moça ao lado). Nisso outra garota que estava ao meu lado viu que a moça estava brigando comigo e foi me defender. Então no meio da briga das duas olhei para frente e lembrei do que "Cidade" havia me falado. Do nada, tudo ficou em silêncio, eu abri meus olhos e acordei.

Tive um sonho em que estávamos em vários amigos. Eu era adolescente, ou agia como um. Em uma galera, decidimos comprar coca e pizza e chamar umas garotas, sendo amigas de amigas, para fechar o par de meninos e meninas. Foi chegando a garota de cada um e a minha era uma lésbica, de cabelo curto com uma mecha verde. Trocava ideia e era legal. No meio da madrugada, no restaurante com ambiente externo e um pouco luxuoso para meus padrões, ficamos observando o céu e lá aparecia uma lua, que já era imensa e agia como se fosse o nascer da lua e ficamos assistindo algo surreal. A lua brilhava diferente e tinha um brilho sintilante. Por fim essa sua imensa nasce e corta os céus indo embora para outro lugar e ainda está tudo escuro,porém, amanhecendo. Logo, a menina lésbica me diz que tem uma festa em um bairro de São Paulo e diz que eu tenho que chegar lá. Sai e fui indo, de carona e etc. Ao chegar depois da carona, fui indicado a chegar na festa passando por uma casa de idosos, porém, ao entrar havia cães guardiões e que não permitiram que eu avançasse. Depois de pedir desculpa a família, por conta decidi ir por outros meios e fui pegar o trem escondido e nisso retirei toda minha roupa com a promessa de voltar para buscar. Entrei no trem apenas de cueca e segui rota até o local da festa e acabou.

Eu morri?! Eu estava com duas amigas, não sei ao certo se uma delas era minha irmã,vitória,mas achei que sim. Ela estava brava e brigando comigo em um lugar que parecia um comércio,loja algo assim, saímos tínhamos que ir para casa íamos até o ônibus que nos levaria, a garota que estava com a gente estava como se estivesse me carregando não totalmente mais ainda sim carregava me, então eu disse -Eu consigo andar sozinha. Ela em um ar de irritação parou e se virou indo em bora, eu a segui porque não sabia como pegar o ônibus, segui as duas na verdade. Estávamos ouvindo o som do ônibus mais não conseguíamos vê-lo até que finalmente o achamos entramos, era estranho dentro por mais que seja um ônibus só tinha quatro acentos o do motorista e três passageiros, entramos e não demorou muito para o motorista sair desgovernado louco pela estrada eu sabia que íamos bater eu sentia isso estava muito rápido e toda curva que ele fazia nos movia na mesma direção. Eu cruzei os braços a minha frente e apoie minha cabeça não demorou nada e senti o baque a pancada e senti o sacolejo do impacto nos rodando na mesma hora senti uma dor muito estranha como se esmagasse- me foi quase que no mesmo minuto o alívio da dor e a razão de já estar morta, bom pensei - então é isso? isso que e morrer? é essa a sensação? Eu estava até aliviada em saber que a dor da morte não era tão ruim então ficou tudo escuro só me lembro de estar vivendo normalmente só que como se meu corpo não fosse o meu mesmo mais isso não chegava a me encomendar e alguém dizia que eu tinha sido a única sobrevivente do acidente, de fato eu estava viva e me lembrava do acidente, depois disso senti falta e tristeza por minhas amigas que tinham morrido.

Então, veja só a loucura: eu estava com meu pai indo para o apartamento de vocês, e até aí tudo bem. Porém, chegando lá, o Alan estava com vocês. Contudo, não era o Alan; era um cara magro, bem estranho e alto também. Ele dizia que esse era o nome dele, e ficamos lá conversando. Depois disso, a cena corta para a gente no elevador indo para o 9º andar (nem lembro se aí tem nove andares). Fomos a um dos apartamentos e sua mãe estava lá. O lugar era bem grande, parecia um salão de festas. Então você me pediu para voltar e buscar algo. Entrei no elevador e fui para o sexto andar, mas o elevador começou a se comportar de forma estranha. Fiquei meio enjoado, e, quando as portas abriram, o sexto andar estava diferente. Ao chegar à porta do seu apartamento, ela estava bem velha, como se tivessem passado uns 10 ou 20 anos sem reforma. Além disso, percebi que o número da porta não era mais 608, mas algo como 530. Quando me dei conta disso, todas as portas do andar começaram a emitir um som, como se alguém estivesse batendo nelas, mas sem nenhuma voz. Saí correndo de lá, peguei o elevador para o 9º andar, mas o elevador quebrou. Em alguns dos andares acima, algumas pessoas falaram que eu teria que subir pelas escadas. E, minha filha, as escadas estavam muito assustadoras, pelo amor de Deus! Subi, subi e nada de chegar ao 9º andar. Quando finalmente cheguei, não havia mais nada lá, era um lugar frio e vazio. As paredes começaram a rachar e tudo desmoronou. Enquanto eu caía, olhando ao meu redor, tudo estava escuro. Aí, eu acordei. Diga aí, bem louco, né?!

Parece que eu também fiquei assim, porque conseguia ver ele, mas a diferença é que eu conseguia dominá-lo. Eu dizia: "Agora que posso te ver, será mais fácil te derrotar." Ele respondeu: "Você está muito enganada." Então, começou a tentar manipular minhas emoções para me atacar. Eu disse: "Você pode fazer tudo isso, mas sou consciente de mim mesma. Você não me pertence, e eu não te pertenço. Eu não sou sua mãe." Depois disso, eu o abandonei. Não precisei me perfurar com a agulha para tomar um pouco do sangue da pessoa que o trouxe até mim. Só podia ver ele quem o tinha. Depois de ter tirado ele do cara de quem eu o peguei, eu perfurei o cara com uma agulha e dei uma gota do meu sangue para um bebê demônio tomar. Depois disso, o bebê normal desapareceu. Continuando na parte 2: eu tinha uma amiga que descobriu que estava grávida lá na França. Ela teve a bebê e já se tinham passado dois anos desde aquele surto. Eu vi o demônio bebê dela e ela deu uma vacina na criança, mas a menina ficou tonta e achei que ela ia morrer. Alertei a mãe de que precisava do sangue dela para a bebê ficar viva, mas ela não deu atenção e pegou um negócio branco, tipo uma água poderosa, e passou na criança. A menina melhorou, e eu fui embora para casa, mas que casa? Eu só estava vagando, procurando um lugar para ficar. Lembro que deixei a porta da casa dela um pouco aberta para iluminar o caminho, porque estava tão escuro. Quando cheguei ao final, estava na cidade à noite e com medo de bandidos, então andava apressada. Mas para onde eu ia se não tinha casa? Cheguei em um parque e encontrei meu tio. Ele perguntou: "Por que você está na rua? Sua avó não te colocou em casa?" Eu não consegui voltar porque estava presa em um lugar alto; do outro lado havia um lago cheio de cobras e jacarés. Meu tio girou algo e quase voei! Naquele lugar havia muitos bandidos; eu ia passar por baixo de uma estrutura e encontrei fezes de cavalo e cabeças cortadas. Quando estava saindo desse lugar, acordei. Era tudo muito verde. O primeiro sonho foi que eu estava indo sozinha para o centro de São Lourenço, Minas Gerais. Quando voltei, o caminho estava bloqueado e não conseguia achar a casa da minha sogra; fiquei perdida. Você me mandou várias mensagens, mas eu não consegui desbloquear o celular porque tinha esquecido como fazer isso. Então, no terceiro dia, consegui te mandar mensagem por um aparelho pequeno que nunca tinha visto antes; era uma espécie de fone misturado com um mini celular.

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