teusonho.org basa"d

Sonhos mas eu não

Encontrado 82 sonhos contendo mas eu não - Página 8


Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

Eu recebia a notícia da morte de uma menina que eu estudei, dai a Melissa mandava mensagem pra mim e eu ficava chocada que ela tinha morrido daquele jeito indo pra mosqueiro e uma ponte de madeira em cima de um rio tinha quebrado bem na hora que o carro dela tava passando por lá e eu não sei como mas eu sei exatamente a hora q o carro dela caiu como se eu tivesse dentro do carro mas eu não tava só tenho essa imagem na cabeça dai na hora q o carro cai ela é atacada por duas cobras gigantes mas a causa da morte dela foi acidente, as cobras estavam no rio como se fossem coladas

Sonhei com meu ex namorado, eu estava indo a pé para a casa dele fingindo estar seguindo um carro, mas na verdade era pra ir até a casa dele... o caminho não era o mesmo, era tudo diferente, tinha dois rios, um enorme e um pequeno, cheguei na casa dele é tinha pessoas lá, algumas eu não conhecia, e minha irmã também estava na casa dele, fiquei do lado de fora, observei tudo e chamei minha irmã pra ir embora e ela negou, então fui sozinha correndo, atravessei o primeiro rio correndo e pulei por cima do Rio, o segundo era enorme e quando fui pular acabei caindo na água

Eu estava cursando medicina com um amigo da época da escola (Ricardo), em um certo momento tivemos que levar um amigo de classe as pressas para a internação, mas em algum momento nos perdemos da pessoa que estava empurrando a maca. Continuamos a subir o prédio pelas escadas, chegamos ao 7° andar e perguntamos onde as enfermeiras tinham colocado nosso amigo e uma delas respondeu "leito 1", mas qdo fomos olhar não era ele, nesse momento dei um grito"é oq chegou no cavalo", a mesma enfermeira disse outro leito, mas que tbm não era ele, aí nesse momento eu gritei com ela "sua incompetente, vc não sabe nem onde vão parar seus pacientes que chegam?" E ela me respondeu "vc tem certeza que ele veio para o meu andar?" Foi aí que o Ricardo me disse "deve ter ido pro nono andar", e uma enfermeira que começou a subir as escadas com a gente disse "mas o nono não estão deixando entrar estudantes pra visita", mas ela mesmo disse "a coordenadora está no décimo, vamos até lá". Chegando lá a coordenadora pediu pro segurança pesquisar a ficha do nosso amigo pra ter certeza em que andar ele estava, mas nesse momento o sistema parou, aí a coordenadora pediu para o segurança dar o crachá dele pra gente e falou q podíamos ir atrás até achar. Descemos ao nono andar e começamos a correr pelos corredores, até que achamos. Ele estava em estado grave por uma doença que o hospital estava cheio. Eu e o Ricardo decidimos descer até a sala de aula de volta, mas qdo começamos a descer já eram escadas rolantes e uma espécie de shopping e estava todo mundo correndo em direção a saídas, descendo as escadas desesperados. Continuamos a descer para chegar na sala, mas resolvemos perguntar pra um segurança o pq estavam evacuando o shop. E ele respondeu que pq os diretores decidiram manter fechado até a doença acabar e nos auto falantes avisava que não iam ser devolvidos valores de ingressos de cinemas. Eu e o Ricardo resolvemos continuar correndo em direção a sala, mas num momento passou um monte de gente correndo pela gente e nos perdemos. Em um certo momento passei perto de uma das saídas e o segurança me colocou pra fora, eu tentei avisar q eu era estudante, mas ele nem ouviu. Lá fora fiquei procurando pelo Ricardo, pra saber se ele tbm tinha saído, até que achei. Alguns minutos depois caiu uma espécie de míssil ou bomba em uma das partes do prédio. Uma galera do lado de fora ficou olhando. Mais alguns minutos o Ricardo começou a passar mal, dor no peito e caiu. Fui olhar com uma lanterna de luz Negra e vi luzes roxas, nesse momento disse que todos q estavam ali tinham sido atingidos por radiação. Sai correndo sentido ao laboratório do hospital, onde eles já estavam fechando as portas pq todo mundo queria exame, mas eu por ser conhecido deles consegui entrar. Duas enfermeiras vieram me atender, uma eu conhecia a outra queria ir embora e não ter atendido. A que veio colocar o acesso era a que não queria atender, eu avisei que minha melhor veia era a do braço direito e ela quis pegar a do esquerdo e acabou estourando. Aí a enfermeira conhecida veio e pegou a veia do braço direito. Tirou sangue e começou a aplicar um soro específico. Mas eu não quis ficar ali parado e sai com o acesso no braço mesmo pra ir pro prédio do hospital e shop. Chegando lá me identifiquei e consegui entrar, já subi para os andares dos atendimentos que estavam lotados. Alguém gritou que estavam chegando mais 10 multilados e fui ajudar. No meio do caminho liguei para o Ricardo para saber se estava bem, ele atendeu e disse que estava chegando em casa já. Expliquei pra ele sobre a radiação e as explosões e ele disse q iria voltar. Chegando em um dos andares para atender os sistemas caíram todos aí gritei para chamar a atenção de todos e falei : " temos pessoas mais velhas aqui q já trabalharam sem sistema, então cada novato ajuda uma pessoa mais antiga e vamos trabalhar". Nesse momento liguei para minha mãe e minha mulher e disse o q estava acontecendo, sobre as bombas e sobre oq tinha acontecido comigo da radiação. Desliguei o telefone e voltei a ajudar. Em um momento eu estava saindo junto com uma enfermeira para analisar o prédio por fora e vimos que os mísseis estavam atingindo as laterais do prédio que era bem grosso. Então pensamos que todos tinham que ficar na parte mais central do prédio. Voltamos para dentro do prédio e tivemos dificuldade de entrar pq tinha muita gente querendo entrar tbm e os seguranças não estavam deixando entrar. Conseguimos entrar e subimos uma escada rolante e voltamos para os atendimentos, quando cheguei lá tinha um monte de mangueira de oxigênio embolada, um enrolando no outro pq todos os funcionários estavam com cateters de oxigênio por causa da explosões e poeiras. Nesse momento me chamaram no estacionamento, quando cheguei lá estavam, meu pai, minha mãe, minha mulher e um filho. Nisso eu falei " não era pra vcs estarem aqui", aí meu pai disse" se vc está ajudando e correndo risco, vamos ficar c vc". Aí falei q então eles ia ficar no mesmo lugar q eu, na parte mais interna do prédio. Chegando lá em cima deixei eles numa antesala e fui continuar atendendo. Os ataques continuavam intercalando entre míssil e um avião soltando cobras. O Ricardo que estava próximo a gente pegou uma cobra bem perto da gente, ele levou uma picada, quando fui ajudar ele tbm levei uma picada. Então falei para que minha família ficasse naquele lugar que eu e ele iríamos buscar um soro. Passamos por um lugar aberto do prédio que tinha uma piscina no meio, as pessoas na parte coberta tentando se esconder dos ataques. Passamos correndo até a parte do prédio que tinha o soro, chegando lá pedimos para uma pessoa que estava na porta da sala dos soros. Injetamos o soro e voltamos. Qdo voltamos peguei minha família e estava levando para outro lugar do prédio , mas na porta encontrei um diretor do hospital indo embora, aí perguntei se tinha acabado e ele disse que sim, que já haviam parado os ataques. Dei um abraço nele e apresentei a família pra ele. Entrei para continuar os atendimentos mais tranquilo. Em um leito a direita de onde deixei minha família esperando tinha uma amiga de sala que foi atingida e tinha perdido o movimento de uma das pernas , fui até lá consola- la, ela disse que estava bem, pra ir ajudar outras pessoas. Fui rodar pelo andar pra ver a situação, passei por um lugar onde tinham pessoas fazendo comida pra servir a todos e depois voltei e um coordenador falou pra eu aplicar uma espécie de injeção nas pessoas pra previnir alguma coisa, mas era pra aplicar um sim dois ou três não. Terminei de aplicar, comecei a conversar com um outro estudante no corredor e fim.

Cara foi bem esquisito Eu tava na casa dela (Bruna um amor separado de mim, ela tentou terminar o casamento pra ficar comigo mas foi ameaçada, desde então não consigo mais contato com ela) só q eu sentia a presença do marido dela mas eu não via ele. E eu tava indo trancar com um gay, não sei o pq. Só que ela tava no quarto e eu falava pra esse gay que não ia conseguir, aí ele ficava com raiva de mim. Eu falava que quem fazia isso era outra pessoa e olhava pra ela (me referindo ao marido dela). Ela falava que podia sair do quarto e eu falava que não era preciso. Aí ela dizia pra mim que queria muito usar um tamanco vermelho Só que a gente só achava um pé e aí íamos procurar o outro, era muito bonito esse tamanco. Estávamos procurando na frente de uma porta aberta que eu não sei pra onde dava, ela sentada no chão aí vinha uma barata grande voando em direção ao rosto dela, mas no meio tinha uma teia de aranha e ela ficava grudada, ela se debatia pra sair, mas não pq ela queria sair e sim pq ela queria ir na cara dela. Eu peguei o tamanco e matei, aí olhei pra porta e falei cara tá cheio de barata vindo dali que nojo e ela ficava rindo só que de nervoso e todas elas iam em direção a Bruna, eu ficava apavorada tentando tirar ela dali e ela não saia e ficava rindo nervosa. Aí acordei atordoada com esse sonho horrível.

Convidei alguns amigos para dormirem na minha casa, mas eu não conseguia dormir porque via uma pessoa me chamando sem parar, como se me perseguisse. Depois descobri que era um entregador, pois um desses amigos foi até lá e trouxe algumas coisas. Em seguida, vi uma amiga minha beijando uma outra menina e pedi desculpa por interromper e voltei para onde eu estava, logo que cheguei lá um dos meus amigos me beijou umas quatro vezes enquanto eu colocava algo dentro do bolso dele

<< Página anterior 8 Próxima página >>