teusonho.org basa"d

Sonhos como se

Encontrado 441 sonhos contendo como se


Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

No sonho, eu morava em um lugar cheio de cobras. Eu tinha umas três pessoas e, em um momento, a gente estava andando de barco num rio. Durante o caminho, encontramos uma ilha onde não tinha nenhuma cobra. Nessa ilha morava um homem e uma mulher, um casal. Eu e essas três pessoas passamos um tempo lá, como se fosse uma visita. Depois disso, em algum momento, nós viramos cobras. Com o tempo, decidimos que queríamos morar naquela ilha. Pra chegar lá de vez, a gente precisava atravessar o lugar onde eu morava antes, que era cheio de cobras, inclusive jararacas. A gente tentava se mover devagar, porque elas eram bravas e qualquer movimento errado podia causar um ataque. Em um momento, eu me mexo rápido demais e uma jararaca verde dá o bote em mim, mas não me acerta. Quando isso acontece, eu e meus amigos começamos a correr em direção à ilha, enquanto as cobras daquele lugar vêm atrás da gente. Quando finalmente chegamos na ilha, voltamos a ser humanos. A gente entra por um tipo de portão que tinha lá, e o perigo fica do lado de fora. Nesse momento, tudo fica mais calmo. Eu lembro que tinha até uma criança segurando uma tartaruga na mão. Aí o sonho acaba.

Sonhei que estava na casa do ex-marido com sua nova parceira. A casa era bem decorada. Conversávamos no sofá e ela sai para tomar banho. Ele me pede para vê-la no quarto. Achei estranho, mas fui. Chego lá ela está vestida de uma camisola preta sensual. Pensei: Ele queria que eu visse isso para me provocar, Sai do quarto e deparo com ele no corredor, e ele diz: era assim que você devia ter se vestido e não ficar usando aquelas roupas horríveis que você usava. Eu repondi que eu poderia ter usado a roupa mais bonita e a mais sexy que ele não me veria. E começou um monte de acusações. Discutíamos feio e ele me espetou com uma agulha de duas pontas e começou a ficar inchado e com bolinha onde havia me espetado. Espetava ele mesmo e a parceira. Fiquei com medo de ter algum tipo de vírus ali. Me preparei para sair daquele lugar e ele veio como se fosse me bater. Peitei ele e disse que se ele me tocasse e deixasse qualquer marca eu o poria na cadeia. Os dois começaram a me atacar verbalmente. Me lembro de umas facas sujas. De repente chegam várias pessoas e começam a carregar os moveis da casa. Eu fiquei sem entender nada. A parceira grita dizendo que eles alugaram tudo do local para me impressionar e passar uma imagem de que ele estava muito bem, morando bem, e queriam me enganar. peguei uma jarra de água, estava com sede, mas joguei na parede e ela desceu numa parede quase inteira. Depois peguei mais água e joguei em direção a ele e ele se esquivou me chamando de louca. Entrei no elevador que tinha num canto. Estava fechando a porta e a parceira conseguiu segurá-la. Ela entrou e também entraram dois homens que levavam alguns objetos da casa. Tinha algo grade de metal que estava cheio de sujeira de comida. Todos entraram em uma van. Ela se sentou ao meu lado e ficou me acusando de várias coisas que não me lembro. Comecei a tirar fotos e gravar e mencionei que havia tirado fotos das pessoas tirando os moveis da casa, do que estavam fazendo comigo...em determinado momento ela saiu da van e percebi que ela tinha roubado meu celular. Fiquei desesperada, sem saber o que fazer porque não percebi o roubo. Foi como se eu estivesse apagado em algum momento e acordei agoniada.

Eu acabei de fazer um vídeo e eu ia ajudar. que era bem que era bem elevada e eu estava lá em cima com algumas pessoas, a cabelo do menino. Aí eu ia passar o base de roxo e tal, só que ele estava ficava verde. Aí eu se passei gente eu falei não, vamos ficar a vou fingir que eu sou a Shrek e tal, vou fazer uma maquiagem. Aí essas pessoas da minha que eu chutei na quinta-feira e me deixou uma menina lá que eu chutei, que até hoje eu gosto muito dela. E aí esse povo não, porque ele pode ter sido e tal. Eu pode ter sido essa maquiagem que ficava muito velha, porque eu estava assistindo bonito, entendeu? Descer depois lá. E aí tem um grupo de meninos que eu chutei e colocava palha pintada de tinta de um monte de coisa e jogava em cima de mim. Eu fiquei com tanta raiva por isso essa menina brinquedo. Aí elas machucou e tal. Aí com isso a polícia veio e não sei o quê e tal. Aí eu tentava dar minha versão e tal, mas minha mãe soube o que aconteceu e expliquei que estavam me humilhando, não sei o quê. Aí elas ficou do lado e eu comia também. Aí eu não sei como estava tipo eu e todo mundo dentro do avião no aeroporto do Rio de Janeiro. E aí eles armaram esse povo que... Família dessa menina que tem dinheiro pegou e armou uma venda com o ciclo de Cristo. Cristo apanhou ela, gritaram Jesus e Jesus e o próprio Deus, espera, espera. Aí a maioria do povo tudo pulou do avião, porque muita muita gente, não saía daquele povo, muita gente pegou e saiu do avião, pulou naquele negócio que a gente paraquedas, pra machucar. Aí a maioria do povo estava começando a ficar do meu lado, porque estava entendendo o que estava acontecendo. Aí eles compraram, né, eles que criaram isso, que inventaram tudo isso que aconteceu. Eles que inventaram e pagaram pra poder isso acontecer, depois eles estavam estourando, falando que davam dinheiro e tal, em troca dele ficar quieta, não falar mais nada sobre o que aconteceu. E eu só queria saber da minha família, e eu falei de primeiro que não, depois eu pensei, pô, é melhor, porque eles podem pegar e matar. Aí eu peguei e falei sim, pode ser, mas deixa minha mãe e minha família quieta. Aí mesmo com isso, eles planejaram um negócio que muitas gente desceu, desceu porquinho, um negócio de pessoas da Olimpíada, pessoas da Olimpíada. E as pessoas ficavam tipo pertendo, tudo correndo, muitas pessoas, e eles poderiam perigoso e machucar a gente, matava na hora. E aí mesmo tendo que aceitar eles tal e eles ficavam falando, eles me deixaram carão, esse negócio. E eu e um monte de gente que acreditava em mim, pegaram e ficava correndo esse negócio. Esse negócio. E aí a demora nunca mais tinha visto ela. E aí a gente... Era como se fosse na praia ao mesmo tempo, e aí um monte de na praia e procurando os parentes, e eu olhando, procurando a minha mãe, procurando a minha mãe. Quando eu desci pra praia, porque daí a fumo atingia o povo que estava por esses atletas, não ia atingir a gente quando viesse tudo. E foi isso.

Eu e minha família estávamos em uma cidade onde todos nos tratavam como se fôssemos da realeza. Durante o dia, ficávamos em um lugar que parecia um hotel fazenda, cheio de pés de frutas e piscinas, e à noite íamos para uma mansão enorme, discreta, que lembrava um castelo antigo. Em certo momento, surgiu um homem que queria nos matar e começou a nos perseguir pela cidade inteira. Apesar disso, a população se mobilizou para nos ajudar e, graças a esse apoio, ele desistiu da perseguição. Depois disso, voltamos ao hotel fazenda e curtimos bastante o dia na piscina. Enquanto meus pais foram para uma mesa do restaurante, fiquei apenas com meu irmão mais velho. Decidi sair da piscina e caminhei até um pé de lichia, que tinha frutos enormes e suculentos. No entanto, não cheguei a comer a fruta nem a entrar em uma casinha simples que havia por perto. Antes disso, comecei a me sentir tonta, perdi a consciência e, de repente, já escutava vozes dentro da casinha dizendo que meu coração estava batendo muito fraco. Nesse momento, tive a sensação de sair do meu corpo. Eu via meu corpo deitado em uma maca, mas ninguém mais me percebia. Então apareceu um homem alto, de cabelos longos e brancos, que se apresentou como um “medicineiro”. Ele começou a examinar meu corpo e disse que meu coração estava parando. Tentou massagem cardíaca, mas não funcionou. Colocou um aparelho que começou a apitar e afirmou que teria que aplicar choques. Mesmo fora do corpo, eu conseguia interagir: fui eu quem apertou o botão do primeiro choque, após o medicineiro acenar em sinal de aprovação. O primeiro não funcionou, mas no segundo choque meu coração voltou a bater. Quando acordei dentro do sonho, ainda me sentia fraca, mas pedi que não contassem nada aos meus pais. O medicineiro me aconselhou a fazer exames. Apesar de não conhecê-lo, ele transmitia confiança, mas também um ar de mistério. Ao sair da casinha apoiada por ele, vi minha família sentada no restaurante, rindo e conversando, sem saber do que havia acontecido comigo. Quando despertei de verdade, fora do sonho, senti uma dor leve na região do peito, exatamente onde havia sido feita a massagem cardíaca. Minha visão estava em preto e branco por alguns minutos, o que me causou angústia. Fiquei deitada olhando para o teto até tudo voltar ao normal para conseguir me levantar.

Sonhei que estava com um senhor branco levando eu e mais uma menina, conversava tranquilo com a gente e dava pra ver que era o um homem bom no começo. O pesadelo se passava em outra época antiga escravocrata, eu estava com roupas antigas e tudo antigo. Feito isso, chegamos em um casarão cheio de entrada onde ficava os escravos e uma escrava chegou do nada, pedindo minha cabeça ao senhor branco pra fazer macumba e dizendo que eu parecia uma bomba branca ou pomba gira. E o senhor disse "vou dá a sarará para você? Eu peguei ela na casa da tia dela pra eu te dar?" E então ela mudou completamente de expressão e disse "sua vó se chama Berenice?" E eu concordando pelo falo de minha vó ter sido do candomblé. Aí eu me abaixei com medo pelo que eu vir e era um espírito ruim e ela me chamava e eu recusava. Até que a gente entrou dentro da casa e apareceu outra mulher negra vindo atrás de mim. Como se eles quisessem minha cabeça.

No sonho, vivi uma experiência estranha e perturbadora: eu “ouvia” várias músicas que pareciam existir plenamente, com títulos definidos, identidade artística clara e até uma estética própria. No entanto, havia algo errado nelas — não pelo som em si, mas pela sensação de excesso, transgressão e confronto com tudo que é sagrado, filosófico ou religioso. Era como se o sonho reunisse mitologias, crenças e sistemas espirituais diferentes apenas para colocá-los em conflito absoluto. Ao acordar, a impressão era de que tudo aquilo deveria permanecer apenas no campo do imaginário, como um pesadelo simbólico sobre intolerância, fanatismo e violência levados ao extremo. Porém, o mais inquietante veio depois: ao pesquisar, percebi que aquelas músicas realmente existiam e haviam sido lançadas. Os nomes, os temas gerais e a identidade eram reais, como se o sonho tivesse antecipado algo que já estava registrado no mundo. Isso me causou uma sensação de desconforto profundo. O sonho deixou de parecer apenas uma criação da mente e passou a soar como um espelho distorcido da realidade — uma representação exagerada de discursos de ódio, radicalização e destruição simbólica que, infelizmente, também encontram espaço fora do sonho. Não era sobre concordar com nada daquilo, mas sobre o choque de perceber que algo tão extremo, que no sonho parecia absurdo demais para existir, já estava materializado. No fim, o sonho não foi sobre as músicas em si, mas sobre o impacto delas: a constatação de que a mente humana é capaz de imaginar horrores — e que, às vezes, o mundo real não está tão distante desses limites quanto gostaríamos de acreditar.

Maryana tava num lugar com muitas pessoas e tava tendo briga, como se fosse um espetáculo pra pessoa ver as pessoas brigando, daí terminada essa luta e ela e outras pessoas ouviam uma discussão e ficava meio que um silêncio e nesse lugar tinha uma menina gorda que era da igreja dela e que tava me batendo, eu ficava com a cara cheia de sangue A Maryana sentia vontade de me ajudar, mas ela não podia ir, depois chegava mais duas pessoas pra me baterem, aí ficava 3 pessoas contra uma Aí ela pensava que era muita covardia Ela até tirava os anéis dela pra me ajudar, eu tava desarrumada e tal Ela iria me ajudar mas alguma menina falou pra ela não ir aí encerrava a briga, aí do nada mudou o cenário e era uma igreja que ela frequentava Ela entrava e só tava eu lá, eu tava arrumada mas tava com a cara cheia de sangue ainda Aí ela foi até mim, puxou minha mão e falou : vamo ali, aí eu meio que tentava sair mas depois cedia Nessa igreja tinha uma cortina bem antiga Dai a gente entrava e tinha 3 portas A gente entrava na 3 porta e era uma sala bem vazia, eu a encostava na parede e dava um abraço nela Foi um abraço muito forte, muito siginicsivo que ela sentiu no estômago dela, como se fosse real Ficamos abraçadas durante um tempo, aí começava aparecer um pessoal meio que atrapalhando e s gente procurava algum lugar pra ficarmos sozinhas e tinha muita gente atrapalhando, mas a gente depois sentava e chegava um amigo dela da faculdade e aí ela não lembra mais o final Depois desse sonho, a Maryana postou a seguinte frase no tt Tive um sonho que mais parecia uma catarse do meu inconsciente Explique

Eu estava em um lugar onde várias pessoas trabalhavam apressadamente, arrumando tudo para o Natal. Era um ambiente lotado, quase impossível de se mover. Em certo momento, a porta se abriu e apenas algumas pessoas podiam sair. Então você aproveitou o movimento, se misturou ao grupo e conseguiu sair sem ser notada. Ao sair dessa sala, você entrou em um salão onde acontecia um grande evento. Você estava com a sua mãe, e percebeu que ele (uma pessoa que gosto dele porém estamos afastados) também estava lá, junto com a mãe dele. Quando você comentou isso com a sua mãe, ela reclamou que a mãe dele tinha olhado torto para ela e disse que achava que eles eram metidos. Mesmo assim, você estava super confiante e desinibida. Inclusive falou em outro idioma com a pessoa que recebia os convidados. Essa pessoa indicou os assentos 16 e 17, onde você e sua mãe se sentaram. Durante o evento, surgiu uma mulher loira muito bonita, quase como uma miss ou uma rainha, usando uma capa e roupas de realeza. Ela passou perto de você, foi até o palco, disse algumas coisas e saiu. Depois disso, ele também falou no palco, mas não diretamente com você — apenas como parte do evento. Então apareceu outro homem bonito que também discursou. Atrás de você, algumas mulheres comentaram discretamente: “Você vai casar com o vereador?” Você ficou confusa e perguntou “Que vereador?”, mas elas não explicaram mais nada. Quando o evento acabou, você saiu e entrou em um ônibus onde estavam vários famosos, como Vin Diesel e Beyoncé. Você pediu para tirar fotos com eles, como se fosse algo natural e eles tiraram de forma simpática e interagindo comigo mas a bateria do meu celular estava baixa 1%

1 Próxima página >>