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Sonhos parecia

Encontrado 586 sonhos contendo parecia


Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

Sonhei que estava com um senhor branco levando eu e mais uma menina, conversava tranquilo com a gente e dava pra ver que era o um homem bom no começo. O pesadelo se passava em outra época antiga escravocrata, eu estava com roupas antigas e tudo antigo. Feito isso, chegamos em um casarão cheio de entrada onde ficava os escravos e uma escrava chegou do nada, pedindo minha cabeça ao senhor branco pra fazer macumba e dizendo que eu parecia uma bomba branca ou pomba gira. E o senhor disse "vou dá a sarará para você? Eu peguei ela na casa da tia dela pra eu te dar?" E então ela mudou completamente de expressão e disse "sua vó se chama Berenice?" E eu concordando pelo falo de minha vó ter sido do candomblé. Aí eu me abaixei com medo pelo que eu vir e era um espírito ruim e ela me chamava e eu recusava. Até que a gente entrou dentro da casa e apareceu outra mulher negra vindo atrás de mim. Como se eles quisessem minha cabeça.

decifre esse sonho; Eu estava na minha casa antiga, a que fui criada, para cuidar dos meus irmãos e de outras crianças, tinha uma garota da minha idade (16), os pais dela e os meus saíram de casa, ela estava reformada. Mas a mãe voltou com álcool, não sei se era cerveja ou vodka, mas parecia iogurte e tinha mirtilos em cima, e estava dentro de um vaso que tem na minha casa. Eu bebi e pensei, tenho que vomitar porque não quero ficar gorda. Eles voltaram e um rapaz muito bonito estava junto com eles. Foto dele acima. Eu saí, com vergonha, mas vi que ele estava fazendo café, ou gelatina de café, os adultos me chamaram para ir ao mercado, ele me olhou, foi educado e me deu a lista, mas não tinha o dinheiro, entao fui atrás dele na varanda (na minha antiga casa a varanda tinha uma porta que daria para o andar de baixo, onde tinha a biblioteca e a lavanderia e dois quartos extras que usávamos como depósito, e as crianças estava, brincando lá, entao a cozinha da na varanda e a varanda tem o caminho pro portão ou pro andar de baixo.) Ele me deu mais que o necessário, mais que cem reais, eu sorri sem graça, mas usei todos os dentes, ele riu, e deu um selinho no meu sorriso, eu ri, e ele me beijou, eu fiquei sem graça, desacreditada, então só me afastei e perguntei o que eu faria com o troco, se deveria comprar algo em outra loja ou na volta e ele disse para ficar para mim. Eu saí, a amiga dele chegou e falou para ele não me enganar ou iludir, eu fiquei triste. Eu sou parecida com a blair waldorf, não tão bonita quanto, tenho 1,55, peso 50 quilos, sou branca, cabelo castanho médio, olhos castanhos grandes, boca cheia, mas meu nariz é meio de batata, e ele é um modelo que sigo no instagram, a aparência pelo menos. Mas quando sai não era mais a casa mas si. um corredor de apartamentos, minha amiga estava lá com minhas roupas, ela era loira, alta, muito bonita, e eu fiquei sem graça, ela estava me chamando para me arrumar para impressionar o rapaz. Eu estava de jean, regata e um casaco largo do meu pai. Eu entrei no apartamento dela e acordei.

Maryana tava num lugar com muitas pessoas e tava tendo briga, como se fosse um espetáculo pra pessoa ver as pessoas brigando, daí terminada essa luta e ela e outras pessoas ouviam uma discussão e ficava meio que um silêncio e nesse lugar tinha uma menina gorda que era da igreja dela e que tava me batendo, eu ficava com a cara cheia de sangue A Maryana sentia vontade de me ajudar, mas ela não podia ir, depois chegava mais duas pessoas pra me baterem, aí ficava 3 pessoas contra uma Aí ela pensava que era muita covardia Ela até tirava os anéis dela pra me ajudar, eu tava desarrumada e tal Ela iria me ajudar mas alguma menina falou pra ela não ir aí encerrava a briga, aí do nada mudou o cenário e era uma igreja que ela frequentava Ela entrava e só tava eu lá, eu tava arrumada mas tava com a cara cheia de sangue ainda Aí ela foi até mim, puxou minha mão e falou : vamo ali, aí eu meio que tentava sair mas depois cedia Nessa igreja tinha uma cortina bem antiga Dai a gente entrava e tinha 3 portas A gente entrava na 3 porta e era uma sala bem vazia, eu a encostava na parede e dava um abraço nela Foi um abraço muito forte, muito siginicsivo que ela sentiu no estômago dela, como se fosse real Ficamos abraçadas durante um tempo, aí começava aparecer um pessoal meio que atrapalhando e s gente procurava algum lugar pra ficarmos sozinhas e tinha muita gente atrapalhando, mas a gente depois sentava e chegava um amigo dela da faculdade e aí ela não lembra mais o final Depois desse sonho, a Maryana postou a seguinte frase no tt Tive um sonho que mais parecia uma catarse do meu inconsciente Explique

Cara que sonho foi esse eu não consegui compreender ele sabe eu sonhei que eu e ela estávamos namorando e que por algum motivo uma das minhas irmãs bateu nela sei lá e quando eu fui conversar com ela ela tinha me bloqueado mais depois de um temo eu a vejo na casa da minha mãe e eu fico conversando com o porque ela queria lançar um processo em nossa família e falei para ela lembrar do processo que prenderia ela ums 30 a 40 anos o processo que ela ia dar ia prender ou eu ou o me irmão por ums 25 anos e ela parecia meio triste sabe e eu fui conversando com ela dizendo o quanto eu a amava e em algum momento eu fiquei de joelhos e comecei a chorar algo como "não vai porfavor eu preciso de você, me perdoa eu sei que errei, não me deixa Alessandra porfavor volta" e ela para começa a chorar e me abraça e não me solta mais eu ela fica assim e todos em volta ficam conversando e ela diz algo que não me lembro e era algo mais ou menos "me desculpa por isso vamos ficar juntos", eu acordei apreensivo e outra quando eu tava mandando mensagem para ela no sonho ela respondia todas e tinha me desbloqueado é como se ela também não queria ficar distante mais algo bolo estava nos mantendo separados e isso me fez acordar e ficar em dúvida porque esse sonho foi tão real porque eu não me esqueci totalmente desse sonho cara eu acho que era isso que ia acontecer e talvez seja isso o que o 27 significava esse tempo todo uma data da qual eu teria esse sonho

Eu sonhei que chegava em uma casa e era muito bem recebida pelas pessoas lá, e quando eu saía eu via um pequeno cemitério ao lado dessa casa/igreja e eu via um homem de preto entrando lá dentro com uma maleta, e eu reparei que o cemitério era preto e vermelho e tinha um caixão tbm da mesma cor, e quando eu olhava aparecia um rapaz e ele me dizia sorrindo "não é a primeira vez que você está aqui" e uma pressão no peito me fez voltar, como se tivesse me puxando pra acordar.

Eu andando com uns amigos e passa uma viatura no sentido contrário e via a gente depois voltava e meus amigos correram e mais na frente pra onde a gente estava andando tinha uns policiais parado e abordava a gente e meus amigos tinham corrido eu me rendi ai começo uma trocação de tiro e os policia tinham matado uns colegas meu aí um dos policiais tava baleado e caiu no chão na minha frente e tinha uma policial mulher q caiu também e ela falou para um amigo meu que estava armado para leva ela pro inferno logo aí ele deu um tiro nela e a policial morreu em seguida sonhei com um amigo que já tinha falecido ele estava cego e a mãe dele tinha morrido eu dava meus pisamos maís ele parecia não se importa com a morte da mãe em seguida aprecia dentro de casa dele duas vezes maís ficava com um sentimento de medo e pediu pra ir embora depois fui para um hospital tinha um homem velho em uma marca eles falava algumas palavras eu não entendi disso q meu pai tinha quase a merma ideia que ele parecia que ele ia fazer algum procedimento cirúrgico meio q falar q ia fica tudo bem em seguida queria sai do hospital veio uma mulher e me mostrou uma parade nela tinha um quadrado pequeno d cimento ela manda eu colocar meu rosto colado nele que eu ia sair dali fui para um outro mundo meio q me teletransportei pela parede vir uma mulher meio que sentada parecia uma pomba gira me reverenciei para ela me disse q não precisa disso em seguida vir um laço vermelho do lado dela ela me disse que eu ia volta em forma de cachorro sem braços e sem perna só com a cabeça e com o corpo paralisado eu voltei para o mundo normal que eu estava no sonho de novo, via muito dinheiro em um saco não era real e sim parecia ser Euro ou dola tinha uns mil reais eu contava e via que tinha mil reais certinho ficava feliz por que não tinha visto tanto dinheiro Asim já minha mão em seguida parecia q eu tava voando aquelas pessoas que morreram no tiroteio estava no chão com um pano cinza coberto e várias pessoas do lado vendo.

sonhei que estava na rua e ouvia um barulho muito grande e quando eu olhava eram pedras enormes rolando das montanhas ou pedreiras, eu gritava muito preocupada com meu filho e minha mae que estavam em casa eas pedras pareciam ter rolados por la... ouvi pessoas gritando diznendo que muita gente tinha morrido. o tio do meu filho chergava e dizia que a casa dele toda foi interditada e me mostrava uma casa nova e me oferecia p ficar eu perguntav a ele pelo meu filho ele dizia q naão sabia mas que ali por perto nao tinha acontecido nada mas q de tinha possibilidade de ter acontecido na minha casa. depois ficou confuso, eu lembro que e entrava numa casa que nao era minha e encontrava meu filho bem..... mas a cena das pedras rolando nao sai da minha cabeça... eu moro em teresopolis no rio de janeiro, região serrana onde tem montanhas e pedreriras

Eu e minha família estávamos em uma cidade onde todos nos tratavam como se fôssemos da realeza. Durante o dia, ficávamos em um lugar que parecia um hotel fazenda, cheio de pés de frutas e piscinas, e à noite íamos para uma mansão enorme, discreta, que lembrava um castelo antigo. Em certo momento, surgiu um homem que queria nos matar e começou a nos perseguir pela cidade inteira. Apesar disso, a população se mobilizou para nos ajudar e, graças a esse apoio, ele desistiu da perseguição. Depois disso, voltamos ao hotel fazenda e curtimos bastante o dia na piscina. Enquanto meus pais foram para uma mesa do restaurante, fiquei apenas com meu irmão mais velho. Decidi sair da piscina e caminhei até um pé de lichia, que tinha frutos enormes e suculentos. No entanto, não cheguei a comer a fruta nem a entrar em uma casinha simples que havia por perto. Antes disso, comecei a me sentir tonta, perdi a consciência e, de repente, já escutava vozes dentro da casinha dizendo que meu coração estava batendo muito fraco. Nesse momento, tive a sensação de sair do meu corpo. Eu via meu corpo deitado em uma maca, mas ninguém mais me percebia. Então apareceu um homem alto, de cabelos longos e brancos, que se apresentou como um “medicineiro”. Ele começou a examinar meu corpo e disse que meu coração estava parando. Tentou massagem cardíaca, mas não funcionou. Colocou um aparelho que começou a apitar e afirmou que teria que aplicar choques. Mesmo fora do corpo, eu conseguia interagir: fui eu quem apertou o botão do primeiro choque, após o medicineiro acenar em sinal de aprovação. O primeiro não funcionou, mas no segundo choque meu coração voltou a bater. Quando acordei dentro do sonho, ainda me sentia fraca, mas pedi que não contassem nada aos meus pais. O medicineiro me aconselhou a fazer exames. Apesar de não conhecê-lo, ele transmitia confiança, mas também um ar de mistério. Ao sair da casinha apoiada por ele, vi minha família sentada no restaurante, rindo e conversando, sem saber do que havia acontecido comigo. Quando despertei de verdade, fora do sonho, senti uma dor leve na região do peito, exatamente onde havia sido feita a massagem cardíaca. Minha visão estava em preto e branco por alguns minutos, o que me causou angústia. Fiquei deitada olhando para o teto até tudo voltar ao normal para conseguir me levantar.

No sonho, vivi uma experiência estranha e perturbadora: eu “ouvia” várias músicas que pareciam existir plenamente, com títulos definidos, identidade artística clara e até uma estética própria. No entanto, havia algo errado nelas — não pelo som em si, mas pela sensação de excesso, transgressão e confronto com tudo que é sagrado, filosófico ou religioso. Era como se o sonho reunisse mitologias, crenças e sistemas espirituais diferentes apenas para colocá-los em conflito absoluto. Ao acordar, a impressão era de que tudo aquilo deveria permanecer apenas no campo do imaginário, como um pesadelo simbólico sobre intolerância, fanatismo e violência levados ao extremo. Porém, o mais inquietante veio depois: ao pesquisar, percebi que aquelas músicas realmente existiam e haviam sido lançadas. Os nomes, os temas gerais e a identidade eram reais, como se o sonho tivesse antecipado algo que já estava registrado no mundo. Isso me causou uma sensação de desconforto profundo. O sonho deixou de parecer apenas uma criação da mente e passou a soar como um espelho distorcido da realidade — uma representação exagerada de discursos de ódio, radicalização e destruição simbólica que, infelizmente, também encontram espaço fora do sonho. Não era sobre concordar com nada daquilo, mas sobre o choque de perceber que algo tão extremo, que no sonho parecia absurdo demais para existir, já estava materializado. No fim, o sonho não foi sobre as músicas em si, mas sobre o impacto delas: a constatação de que a mente humana é capaz de imaginar horrores — e que, às vezes, o mundo real não está tão distante desses limites quanto gostaríamos de acreditar.

Eu estava conversando com um menino na frente de uma escola, e do nada uns homens armados apareceram atrás dele, então todo mundo começou a fugir. Tinha um estacionamento na frente dessa escola, tipo aqueles de shopping. Eu corri com esse menino subindo o estacionamento, aí os homens estavam atrás de nós. Eu puxei ele para o elevador e aí eu liguei para os meus pais e eles vieram me buscar. No carro estava eu, o menino e minha mãe, e do nada o menino diz algo estranho para a minha mãe, e ela também falou algo estranho para o meu pai e minha irmã, e eles começaram a chorar, aí o menino sumiu e minha irmã me contou que ele disse que nós eramos anjos. Minha irmã começou a dizer que tinha entendido o sentido da vida e me abraçou. Então, nós passamos do lado de um rio que estava transbordando, então os vidros do carro cederam e o carro começou a entrar água aos poucos, a água era barrenta, e então a gente conseguiu sair de onde o rio estava transbordando e o carro apareceu todo novo, sem nenhuma janela quebrada ou nada. Nós paramos num prédio e entrou eu, minha mãe e minha irmã. A gente se separou e eu entrei em um apartamento, e lá dentro tinha tipo uma penteadeira com algumas coisas de bebê, e quando eu olhei para o espelho, eu me vi e através de mim, eu vi um tipo de demônio com aparência humana, e quando eu me virei, tinha uma moça sorridente segurando um bebê, e como eu não tive nenhuma reação ao ver o demônio, eu senti que ela era um demônio e não sabia que eu tinha visto no espelho, então ela me ofereceu água e eu aceitei, quando ela virou, eu toquei a cabeça dela e saiu um brilho dourado dos meus dedos e da pele dela, porém, eu ainda sentia o demônio, então eu virei e vi o bebê no berço, então eu enforquei ele, então quando eu olhei, vi um monte de gente me olhando por uma janela. Então, quando entrou uns homens (Os mesmos que estavam tentando atirar no menino fora da escola). Eles pareciam policiais, e estavam tentando me prender, então eu olhei para o espelho de novo e vi no lugar deles, demônios, e aí eu me aproximei da janela onde estavam as pessoas e ela se afastaram e eu passei para a janela e fui para onde estavam essas pessoas, e tinha outra janela, e eu vi os policiais se aproximando e também pulando a janela e vindo para onde eu estava, então eu pulei a janela e saí do prédio, e eu corri para um hospital, e então quando eu cheguei lá, uns médicos me mandaram para uma sala (não sei por que), então enquanto a gente ia, tinha um espelho, e quando eu olhei, os médicos estavam como demônios. Eu continuei a ir com eles para a sala, e a voz do menino que estava comigo antes veio na minha cabeça dizendo para tomar cuidado. Eu entrei na sala e tinha um velho na cama, e um menino também, e quando eu entrei, eu senti que eles eram demônios, e então eles perceberam e me atacaram, e eu toquei o rosto dele, e saiu um brilho da pele dele onde os meus dedos tocavam, mas não acontecia nada com ele, e o demônio começou a rir, e então eu chutei ele e corri para a porta, e fui para a saída, e entre no carro da mãe, só que antes de eu entrar, no reflexo do carro eu vi um demônio, e meu pai baixou o vidro e mandou eu entrar, só que eu não entrei e saí correndo para um beco, e então alguém me perseguia, e eu vi uma luz, e alguma coisa aconteceu, e eu comecei a chorar dizendo que tinha entendido o sentido da vida. E aí eu fui para em uma casa, então eu lembro de um bebê e eu segurei ele e vi o menino do começo do sonho, e ele me explicou várias coisas sobre anjos e demônios e aí depois de um tempo teve uma guerra. Obs: eu me tremi todinha quando lembrei do sonho. Meu coração acelerou muito.

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