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Estava estudando na escola quando olhei para

Estava estudando na escola quando olhei para frete tinha um objeto dentro de uma caixa de vidro ao lado dela estava 2 jovem que tiveram uma pequena discussão então o objeto se contorce todo e a jovem olhando para ele diz boa ideia abraço ela sai correndo e abraça a outra menina fazendo as passes e nisso olhei para o lado quando ouvi uma voz dizia não foi isso que falei era para matar ela então olhei para ver quem tinha falado e o objeto e a caixa tinham desaparecido e no lugar estava parado uma jovem com baixa estatura loira dos olhos azuis então ela veio e sentou do meu lado e comecei a tentar conversar com ela porem ela era meio quieta apenas desenhava e escrevia umas coisas estranhas então ouve um curto e as luzes meio que se apagaram e nisso a menina saiu correndo então levantei e fui para o lado de uma das salas no corredor e quando cheguei na porta falei que iria encontra a Rafaela que era muito minha amiga então minha amiga chega junto com outros alunos então ela chega e sentamos no banco conversando e ai a menina loira volta a parecer e fica falando baixinho algumas coisas e desenhado e escrevendo quando pedimos pra ver ela meio que fica nervosa então minha amiga pega e olhamos esta tudo estranho as escritas borradas com cola e algo vermelho além de esta escrito encima de uma impressão já existente então começamos a questionar ela sobre oque estava escrito e ela tenta atacar minha amiga nesse momento seguro ela e ela começa a se debater e gritar nesse momento vemos que ela tem dentes faltando na boca e alguns muito podre então uma enfermeira olha e diz que aquilo era boca que uma mulher de trinta anos ou mais não de uma garotinha de 17 anos foi ai que a jovem loira começa a quere nos agredir e dizer que matéria todos então começamos a agredir ela e em um momento ela abaixada tento chutar ela porem a loira consegue sair e desaparece

Hoje eu sonhei que eu tava num

Hoje eu sonhei que eu tava num lugar diferente Era uma lanchonete e uma escola junto no mesmo lugar, era vidro o lado direito onde era uma lanchonete normal e o outro lado era azul escuro "banheiros" de madeira tudo sujo nesse lugar tinha varios alunos que estudava la Quando eu entrei na "escola" eu me perdi e entrei em varias salas sem saber qual era a minha ai eu nao achava a sala eu fui no banheiro e liguei pra minha irma desesperada e disse pra ela me tirar daquela lugar que eu tava mal porque eu conseguia ver a verdadeira face de um homem que estava sentado numa cadeira da "lanchonete " olhando fixamente pra mim o rosto dele era uma caveira .Eu tava com medo e nao queria que ele chegasse perto de mim porque eu nao tava entendendo nada dai implorei pra ir embora do lugar depois eu acordei

No meu sonho eu estava voltando de

No meu sonho eu estava voltando de uma festa com meus amigos mas eles estavam voltando a pé enquanto eu voltava de moto e eu ria deles, todos eles estavam de camisa vermelha como eu, enquanto eu dirijo percebo que minha moto está passando por cacos de vidro então eu começo a desacelerar e é aí que escuto meus amigos gritando sobre minha mãe dizendo que ela estava no hospital, então começo a dirigir até lá eai acordei

Sonhei que estava subindo uma ladeira em

Sonhei que estava subindo uma ladeira em um veículo com minha irmã e minha sobrinha e de repente na minha frente uma igreja de cor branca e dourado estava desabando e eu cobria a mim a minha sobrinha e minha irmã com um lençol pedaços de vidros vinham Até nós mas não nos queria o lençol era azul

Eu recebia uma ligação no telefone e

Eu recebia uma ligação no telefone e dizia que era mulher pra ter peito pra atender, mas atendi e eram vidros quebrando, senti uma sensação horrível de perseguição. Em todo lugar que eu ia e tentava fugir, a menina estava lá. Na escola ela controlava tudo que eu faço e tentei pedir ajuda pra menina que eu gostava no ano passado através do sonho em uma mensagem, ela ficou feliz por eu ter procurado ela, mas a situação com a perseguidora não mudava, estava em todo lugar.

Eu estava em uma espécie de lugar

Eu estava em uma espécie de lugar falso, era enorme, cheio de construções grandes e espaçosas e tinham alguns eventos culturais acontecendo por ali, uns de uma cultura tradicional meio holandesa eu acho, e outros de cultura tradicional asiática. O lugar em si parecia muito real, cheio de complexos comerciais/culturais com uma grande rua entre eles para as pessoas poderem andar e tudo mais, mas na minha cabeça eu sabia que era falso, e todos que estavam lá eram igualmente falsos, e eu os chamava de TOMs(se lê como "tuns"), tinham aqueles que pareciam pessoas normais, aqueles que estavam vestidos a caráter e fazendo aqueles eventos culturais (que envolvia roupas tradicionais, música no ambiente em que estavam (que era pela rua toda), tinha culinária e alguns rituais culturais(tipo, não era difícil achar os asiáticos com alguns lugares servindo chá no estilo tradicional)), e tinham alguns mais estranhos com fantasias de animais e uns caracterizados como médicos. E também, tinha um rio mais pro final da rua. Os TOMs, foram criados com a finalidade de me ajudar em algo, assim como todo o lugar. As construções se focavam na cor branca e cinza claro por fora, tinha uma ou outra de madeira avermelhada, mas era desbotado, tudo por lá era muito colorido, as vestes festivas, alguma decoração aqui e ali, o interior dos prédios, mas era tudo desbotado, até o céu era um azul desbotado. A única coisa que tinha mais vida e intensidade nas cores, era eu mesma, e ninguém mais por lá se vestia como eu. Eu usava roupas pretas, um preto bem escuro e forte, um coturno, calça meio larga, pra dentro do coturno, camisa preta e uma blusa grande por cima, também preta, com as mangas remangadas, e eu tava com o cabelo solto, que tinha um tom bem vivo de vermelho, minhas cores eram mais vivas do que qualquer outra cor por lá. Eu estava andando na rua, aparentemente eu tinha um lugar específico pra ir, eu fui andando pela rua e passando pelo pessoal comemorando ou apenas andando, até que eu cheguei perto do lugar que eu tinha que ir, um lugar um pouco mais afastado, tinha gente ainda, mas menos do que mais pra frente, e da onde eu tava dava pra ver o rio, aí quando eu olho pro rio, do outro lado dele eu vejo duas daquelas pessoas vestidas de animais, um, um guaxinim, e o outro eu não me lembro mas tenho quase certeza que tinha pelagem branca (e acho que tinha uma terceira pessoa também de guaxinim, que tinha o tamanho de uma criança). Eu não lembro direito o que aconteceu, mas um deles foi atingido por um deles e de alguma forma e caiu no rio, acho que foi o guaxinim menor que foi atingido pelo maior com dois socos, aparentemente desmaiou e caiu no rio, e o guaxinim maior ficou meio que brincando com o corpo, tirando ele da água, mechendo no ar, colocando na água de novo e por fim o jogou sobre seu ombro e saiu com o outro animal. Eu fiquei assustada com isso, a única coisa com uma sensação de perigo por ali, uma sensação pesada no meio da alegria das comemorações culturais e tudo mais. Eu tive a impressão de que me meteria em sérios problemas se falasse alguma coisa e revelasse que eu vi aquilo. Então, eu apenas entrei aonde tinha que entrar, passando por uma comemoração cultural asiática. O lugar era meio estranho...era uma espécie de complexo médico mas também uma casa, eu tava lá pra ver uma garota que morava lá, e aparentemente a gente estava namorando ou quase namorando. Ela era mais alta que eu (o que não é difícil já que eu no sonho era como eu na realidade ), cabelos curtos, tinha um corpo belo, pele clara e um sorriso gentil e belo, as roupas dela eram justas, e tinham tons mais suaves e claros, e tenho quase certeza que o nome dela era Penny. A gente passou por um consultório, depois por uma sala enorme e depois fomos para o quarto dela, no meio disso a gente tava tendo todo um diálogo meloso e cheio de cantadas que casais tem e essas coisas. Chegando lá, tinha mais uma garota, que se referia a si mesma como um garoto, era mais alta e mais magra, cabelos em um estilo masculino, ondulados, roupas largas em tons de verde musgo para a camisa e um marrom claro pra calça. Aparentemente essa garota é ex da minha namorada, e atualmente elas estão fazendo aquela brincadeira de escola de família, de chamar de mãe, filha, e por ai vai...elas não se chamavam dessa forma realmente, mas elas estavam nessa brincadeira, porque essa menina magra soltou uma frase assim: "Deve ser estranho saber que a seu neto é o ex da sua mulher" (ou seja, ainda tinha mais uma pessoa nesse meio sendo mãe dela e filha da minha namorada, mas essa pessoa eu não conheci). Bom, nesse meio tempo, Penny saiu do quarto, e a outra garota ficou falando um monte de coisas sobre ela, tipo, como ela ficaria bem vestida de professora, ou com grandes botas, no geral, tava na cara que ela ainda era afim ds Penny. Enquanto isso eu tava explorando a casa, ja que aparentemente era a minha primeira vez lá, e eu só estava concordando com o que ela dizia (kskskks), e as vezes complementando com algumas coisas (no geral só não me importava com o que ela tava falando e entrava na dela, sem deixar ela me irritar por ela estar falando daquela forma sobre a minha namorada ). Um tempo depois Penny voltou e a outra garota continuou falando algumas coisas, mas a Penny não levava nenhuma das coisas na maldade, só aceitava os elogios e no geral a atenção dela era pra mim. Eu ainda tava explorando o quarto, abrindo gavetas (não lembro de nada que vi nelas infelizmente ), e depois fui pra sala explorar também, lá tinha uma grande estante com coisas do pai dela, tipo, bebidas, a garota magra tinha me seguido na minha exploração, e nesse momento eu virei pra ela e falei toda animada "Caramba!! Tem Jack Daniel's??" e ela bem séria só falou "Não, só destilados."(na realidade, "destilados" se aplica a whisky e essas coisas, mas no sonho aparentemente tinha haver com uma única bebida de laranja) e daí eu olhei para as garrafas e só achei uma garrafa grande com um líquido transparente e algumas imagens de laranjas no rótulo junto com umas escritas com o nome da bebida e tudo mais. Eu fiquei meio desanimada e pensei que o pai dela era um cara sem graça (kskkskks), mas daí lá no fundo eu vi uma garrafa de Jhon Walker e pensei "Pelo menos o Jhon Walker salva...". Depois disso, encerrei minha exploração e voltamos pro quarto, e Penny pegou do armário e colocou um baita de um coturno preto envernizado com uma plataforma enorme, que era um contraste e tanto com sua paleta de cores mais suave. Ela perguntou como ela estava para a gente, e cara, ficou tão bem nela que eu e a garota ficamos totalmente sem reação. Depois de um tempo a gente conseguiu responder e falamos que ficou muito bom, e depois as três foram dar uma volta pra fora. A gente estava comentando sobre as comemorações asiáticas e tudo mais, até que a gente chegou perto de um estacionamento que estava em frente a uma grande calçada que dava acesso à uma das beiradas do rio, e nessa beirada vimos o guaxinim e o outro animal branco (o guaxinim pequeno não estava mais junto), o guaxinim estava apoiado no da pelagem branca, e eu comentei com as garotas a cena que eu vi antes de encontrar elas, aí as três ficaram assustadas, ainda mais com o fato de que ambos estavam vindo na nossa direção (eles começaram a correr do nada assim que nos viram), aí a gente começou a correr em direção a casa da Penny, e eles nos alcançaram quando a gente estava na porta, a gente entrou e assim que eles alcançaram, o guaxinim voltou a se apoiar no da pelagem branca, e vendo mais de perto, o guaxinim estava com duas manchas de sangue na roupa, uma no peito e outra um pouco abaixo e pro lado, na costela esquerda, eles passaram por nós e entraram na porta de vidro do consultório que a gente passava antes de entrar na sala da casa da Penny, e lá tinha um homem de jaleco branco, aparentemente um médico e aparentemente, o pai da Penny. Os homens tiraram as fantasias e revelaram que por baixo tinham uma roupa de policial. O que usava a pelagem branca estava com um colete a prova de balas e tinha uma arma com munição, e o guaxinim estava sem colete e sem arma, e bom, sangrando. Eu e as duas garotas ficaram olhando de fora da porta de vidro, e veio o seguinte diálogo: Pai da Penny: e então...como isso foi acontecer? Pelagem branca: sabe como é né...eu meio que atirei nele sem querer. O da pelagem branca ri despreocupado, como se isso fosse uma piada, e enquanto isso o guaxinim está com as mãos sobre os buracos de bala, com dor. Pelagem branca:Pode ajudar o meu amigo, doutor? Pai da Penny: vou fazer o que posso... Tanto o pai da Penny, eu e as meninas, percebemos que o da pelagem branca estava completamente fora de si, e baixou um clima muito tenso, já que ele poderia matar todos ali a qualquer momento, o único que não parecia nada preocupado com isso era o guaxinim, que exceto pela dor, estava completamente sério e tranquilo (ele parecia sério e tranquilo até de mais). O pai da Penny pediu para o guaxinim se aproximar, os dois foram pra perto de uma estante e o pai da Penny começou a ver o que poderia fazer sobre a situação do guaxinim, e enquanto isso o da pelagem branca encarava os dois profundamente com um sorriso tranquilo no rosto. Como a situação poderia escalonar, eu decidi fazer alguma coisa sobre o pelagem branca, me aproximei de fininho já que ele estava focado no guaxinim, e peguei e arma dele que estava em um coldre na sua cintura, ele não percebeu, e então eu voltei para as meninas. Comecei a manusear a arma com cuidado pra não atirar sem querer, já que ela estava engatilhada, e todo mundo padecia mais tranquila já que ele estava sem arma. Menos o guaxinim, que quando me viu com a arma na mão arregalou o olhar com uma expressão de raiva e estava pronto para alertar o da pelagem branca, e então, eu acordei.

Sonhei que fui contratada para fazer uma

Sonhei que fui contratada para fazer uma faxina na casa de um rapaz que morava com sua mãe que era acamada, chegando era uma casa bem isolada no meu de alguma árvores, aparentemente outono pelas folhas caídas no chão, era uma casa simples, e assim que cheguei ele me pediu um favor : para eu olhar a mãe dele por alguns instantes enquanto fazia a faxina , porque ele iria precisar sair por algum tempo, mas disse que ela não dava , trabalho, não saia da cama e que já tinha dado os remédios e comida , então era só pra verificar se ela precisava de água ou algo assim. Quando iniciei a faxina,já percebi que havia algo paranormal na casa, os armários se abriam sozinho e as panelas caiam de dentro, as roupas saiam armários á fora pela casa , vidros quebravam do nada, cada cômodo que eu arruma e voltava em seguida já estava tudo bagunçado de novo, era uma faxina interminável, pois onde eu limpava era bagunçado e sujo novamente, comecei a rezar e o que quer que tivesse na casa só parava de perturbar quando eu rezava em voz alta, se eu parasse de rezar por 1 instante voltava tudo de novo. Foi quando chegou duas primas do rapaz que vieram de longe visitar, quando chegaram perceberam oq estava acontecendo e eu expliquei que tinha algo assustador lá, que só parava quando eu rezava e que só não fui embora porque não podia deixar a senhora sozinha, elas disseram que iam me ajudar na faxina e cada uma iniciou em um cômodo rezando e limpando,foi quando me deparei com um quarto de bebê em total desordem , fraldas jogadas pelo chão, lenço,algodão, uma completa bagunça,perguntei as primas dele se ele tinha filhos e elas se assustaram quando viram o quarto de bebê,pois elas disseram que ele nunca tinha se relacionado com mulher alguma e que estavam sem entender o porquê daquele quarto de bebê, as cousas começaram a cair e se arrastar pela casa novamente, decidimos sair da casa e pedir ajuda, quando fomos no quarto procurar a senhora acamada, ela não estava mais lá saímos correndo da casa, foi quando o sonho acabou.

Sonhei com eu e minha mãe num

Sonhei com eu e minha mãe num local isolado, cheio de mato e árvores, e perto só tinha uma estrada praticamente vazia, com apenas um carro parado, até que minha mãe disse que um Exu disse para ela para nós sairmos daquele local rápido, ai na hora que nós estavamos saindo do local, apareceu uma mulher de cabelos longos e pretos liso, pele branca, vestido branco comprido e descalça, passou correndo para os matos, ai quando a mulher passou nós saímos correndo com medo, entramos dentro do único carro parado naquela estrada vazia, e ficamos no banco da frente com os vidros fechado, quando de repente minha mãe falou que o exu falou para ela que já era, ai um cara apareceu na parte de trás do carro do lado de fora, ele estava com uma arma e começou a atirar dentro do carro, eu e minha mãe desesperadas se abaixamos no carro, e o homem(que estava de preto e com um chapéu preto e tinha uma aparência assustadora) não parava de atirar, ai por fim ele falou: "da última vez você não queria levar facada, então dessa vez vai ser tiro."

Sonhei que meu cunhado havia falecido, e

Sonhei que meu cunhado havia falecido, e com o falecimento dele, eu tinha herdado a empresa dele e uma casa incrível. Com o quarto quase todo de vidro. E tinha mais 2 quartos ainda. E eu poderia escolher qual eu queria. Era uma empresa bem grande.

Sonhei que estavam eu, minha tia avó

Sonhei que estavam eu, minha tia avó e meu tio avô em um mesmo cômodo fechado. Este cômodo continha uma mesa em que meus tios já citados estavam fazendo uma refeição, e em um dos cantos tinha uma privada onde eu estava fazendo minhas necessidades fisiológicas. Em um certo momento, alguns dos meus familiares que estavam fora do cômodo bateram na porta para que também pudessem entrar, porém eu avisei que estava usando a privada. Mesmo avisando que eu usava a privada e estava em um momento íntimo, meu tio que também estava no cômodo abriu a porta. Quando a porta foi aberta, todos meu outros parentes me viram usando a privada, nisso fiquei totalmente constrangida e furiosa. Logo, acabei quebrando uma garrafa de vidro no meu tio que também revidpu jogando outra garrafa de vidro em mim. Ambos ficaram com cortes feios, porém os meu eram muito mais profundos e sangravam muito. Depois disso, saí caminhando sozinha dali indo para a cidade. Por fim, o sonho terminou em uma espécie de audiência onde eu e meu tio íamos depor para ver quem estava correto. E em minha cabeça eu tinha certeza que ia ganhar. Quem perdesse ia para a cadeia. Assim o sonho termina, sem desvendar que ganhou a causa.