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Sonhos não

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Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

Sonhei q estava num castelo com 2 amigos. Estávamos presos mas conseguimos fugir. Um guarda monstro corria atrás de nós, mas as escadas de pedra que descemos correndo eram difíceis então ele não nos alcançou. Depois de passar pelo corredor de pedra chegamos numa saída. Era um grande penhasco q não dava pra descer. Pedimos ajuda a uma feiticeira mas ela negou. Então pulamos, eu desci com mais cuidado por outro lado. Já não era mais meus amigos eram minhas irmãs, e já não era o penhasco do castelo mas o fundo de casa.

Sonhei que passava por uma rua lameada, tinha algumas pessoas no portão, depois de andar um trecho, começava a andar em rua asfaltada. Estava de madrugada, não havia pessoas na rua. A cidade tinha aparência de antiga, mas era limpa, bem organizada e iluminada. Ao chegar em frente a uma igreja católica, um padre aparecia dizendo que estava tentando deixar a cidade limpa, mas não podia ir contra o tempo. Uma hora ou outra a cidade federia a vista. Em seguida via em cima do gramado na pequena praça que havia em frente a essa igreja, um despacho com velas pretas derretidas e uma cabeça de bode preto com chifre bem em frente a esse dispacho

Sonhei que eu ia em uma casa que parecia ser o quintal da casa da minha mãe, a varanda da frente, lá tinha uma escada que dava pra lage e em baixo dessa escada, tinha um menino de 3/4 anos, magrinho e loirinho, com o cabelo cortadinho, bem binitinho mas tava em uma situação de abandono, ele comia rato e lagartixa morta, tinha um cheiro de carniça na boca, aí eu entrava na casa que não era exatamente como a da minha mãe, mas lembrava muito, dava um banho nele e escovava os dentes dele, daí secava ele e vestia uma blusinha amarela e uma fralda, deitava ele em um tapete que tinha na sala, eu fazia uma mamadeira, daí ele mamava e se cagava todo, muito cocô amarelo, aí eu dava outro banho nele e chamava a Karen pra me ajudar, do que a boca dele fedia muito a carniça e aí eu acordei sentindo o cheiro da boca dele

Eu chego na minha casa, como um dia normal de escola, estava até com o uniforme e mochila indicando que tinha chego da escola, eu entro pelos fundos, as luzes da minha casa estavam todas acesas, tava um silêncio total, mas como as luzes estavam acessas, até a da sala, não liguei muito, achei que minha madrasta estava em casa. Fico na cozinha, que onde a entrada dos fundos fica, daí eu tranco a porta. Eu estava bebendo água quando escuto um bater agressivo na minha porta, coloco meu peso contra a porta, mas o invasor ainda tenta entrar, ele não parece querer invadir para roubar, ele parece querer invadir para me encontrar. Ele batia com uma picareta e depois com um martelo, eu seguro firme a porta, chamo para minha madrasta, mas não há ninguém em casa, e o sonho termina com o invasor falando: "Não adianta chamar a mamãe"

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