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Sonhos Canto

Encontrado 62 sonhos contendo Canto


Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

fui dormir e sonhei com ele. Sonho: estávamos na casa da minha família e ele foi me levar em casa de moto (ele não tem moto e nem piloto) parou pra comprimeitar umas pessoas conhecidas e seguindo o caminho, isso ele começou a chorar muito e então pedi pra parar a moto e ele desceu chorando e sentou em um canto e contínuo a chorar e ficou esperando ele e falou pra mim mesma "ele tá sendo sincero, tá chorando de verdade" e nisso ele clamou e eu soube nada só observava, e voltamos pra moto e ele contínuo chorando e chorava desesperadamente e seguimos caminho, e aí eu acordei. (Obs: tinha feito uma tiragem de tarô antes de dormir e foi assim :tem caminhos pra voltar com o ex? A mulher, a lua, os pássaros, a carta, o caixão, o coração, a estrela, o sol, a âncora, os peixes. Contexto: namoramos por bastante tempo e terminamos tem um tempo, só que mesmo assim ainda ficávamos, depois eu me envolvi com outra pessoa e tive uma filha, porém agora contei que a filha é dele e não dá pessoa que eu estou me envolvendo e ele nem quis conversar muito e me bloqueou.

Você estava em uma grande casa branca, isolada no meio do mato, junto com várias pessoas. O lugar parecia distante da cidade, um refúgio escondido. Uma mulher desconhecida, que dizia ser amiga da sua mãe, te chamou de canto e começou a te fazer perguntas sobre seu pai. Você achou estranho e perguntou o motivo, e ela respondeu que ele estava ali perto, em um bar, e queria te ver. Sem pensar muito, vocês foram até lá. O bar estava cheio de gente e serviam arroz e salada. Você se sentou com seu pai e a mulher, comendo enquanto o ambiente ao redor parecia vibrar com as conversas das outras pessoas. Você fumava e tinha uma carteira de cigarro com você. Já estava escurecendo quando vocês se acomodaram em um banco do lado de fora. Você ficou no meio, a mulher à esquerda e seu pai à direita. No centro, uma tigela de pipoca que todos comiam. Depois de um tempo, pediram batatas. Seu pai bebia sem parar e, aos poucos, o clima mudou. O olhar dele ficou pesado, a voz mais áspera, e de repente ele começou a ficar agressivo. Algo dentro de você sentiu perigo. Foi nesse momento que seu celular vibrou. Era uma mensagem da sua mãe: "Não confie nele. Ele sempre aparece e some. Não acredite em nada do que ele disser. Pegue só o dinheiro e vá embora." O medo tomou conta de você quando percebeu que seu pai queria te machucar. Sem pensar duas vezes, você se levantou e correu para o mato, tentando voltar para a casa branca. Atrás de você, os passos dele ecoavam na escuridão. Ele te procurava, e a floresta parecia a única coisa te protegendo.

Eu estava em um lugar lá em Brasil Novo, era uma ruazinha que fica ao lado da escola, ela é cheia de flor daquelas lá perto da piscina do recanto, aí diz que eu entrava nessa rua mas de inicio parecia ser tranquilo e eu entrava de boa, tipo eu via que não ia ser fácil atravessar pq ela parecia muito longa e tinha uns espinhos, mas meio que na minha cabeça eu ia passar de boa pq eu estava com uma blusa de manga calça e sapato, mas aí conforme eu fui andando o caminho ficou muito fechado e tinha muitos espinhos e esses espinhos me furavam e cortavam meus braços e pernas, enganchava meus cabelos e eu pensava em parar mas não dava, quanto menos eu me mexia pior era, cortava e machucava muito mais e na minha cabeça quando eu meio que sabia que não tinha uma opção de voltar, eu chorava muito e continuava andando com muita dificuldade, e várias pessoas passavam por mim mas aparentemente era mais fácil como se fosse o mesmo caminho porém sem os espinhos e não ajudavam.... só sei que continuei andando e enfim consegui atravessar e quando eu chegava a rua estava bem mais ampla e muito clara e eu parava muito agoniada com tudo, mas aliviada e um menino (não lembro de conhecer, mas era como se fosse uma criança passando pra fase de adolescência chegava em mim e me amparava e falava "machucou muito" e eu erguia as mangas da blusa e estava com os braços cortados cheio de cicatrizes dos espinhos.

Eu sonhei que o cantor Jão era flopado e era professor de yoga, aí eu tinha um peixe beta azul, aí ele passou um exercício que era pra colocar o peixe dentro da lancheira, mas o peixe da outra pessoa que estiver na sua frente, aí eu dei meu peixe pra outra pessoa e a gente começou a chacoalhar a lancheira e tals, e isso me fez coçar a cabeça pois eu pensei naquele negócio do gato de Shrondinger, mas enfim, eu voltei pra casa normal e eu tava vivendo normal até que eu esqueci que eu tinha um peixe e fui olhar na minha lancheira correndo (mas era pro peixe estar com a outra pessoa, mas estava comigo) aí eu abri e meu peixe estava partido no meio e tinha virado um fóssil, mais ou menos uma pedra, aí eu fiquei em estado catatônico completamente em choque porque eu gostava do meu peixe, aí aconteceu umas coisas nada a ver e eu fui pegar um ônibus, mas estava nublado e eu estava em frente a uma cerca elétrica com grama, e eu comecei a "coringar" muito, eu estava insana e eu acordei.... Detalhe: eu não tenho um peixe

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