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O sonho começa com eu tentando passar

O sonho começa com eu tentando passar por um corredor (ou beco), quando me deparo com uma rã meio esverdeada, com umas pintinhas pretas, e ao perceber minha presença, ela pula, se virando pra mim e me olhando fixamente. Eu fico com vontade de chamar alguém (minha mãe ou minha tia, que moram comigo), mas não chamo. Pego um inseticida e começo a espirrar na rã, mas ela só vai se afastando aos poucos e ainda me olhando. Quando percebo q o inseticida não tava funcionando direito, e precisava ser "destravado". A rã se escondeu em uma espécie de armário, no alto, com várias "brechas", mas eu ainda tinha a sensação de que ela estava entrando e me olhando, queeamo lá dentro, ela me olhava. Consegui destravar o inseticida e comecei a espirrar no "armário", em todas as brechas que possibilidasse a rã de passar, até ficar bem cheio de inseticida, bem molhado... Depois eu não lembro bem, mas o sonho seguia com outras coisas, como milhos, e eu passando outra vez pelo corredor, tranquilamente...

Eu estava cursando medicina com um amigo

Eu estava cursando medicina com um amigo da época da escola (Ricardo), em um certo momento tivemos que levar um amigo de classe as pressas para a internação, mas em algum momento nos perdemos da pessoa que estava empurrando a maca. Continuamos a subir o prédio pelas escadas, chegamos ao 7° andar e perguntamos onde as enfermeiras tinham colocado nosso amigo e uma delas respondeu "leito 1", mas qdo fomos olhar não era ele, nesse momento dei um grito"é oq chegou no cavalo", a mesma enfermeira disse outro leito, mas que tbm não era ele, aí nesse momento eu gritei com ela "sua incompetente, vc não sabe nem onde vão parar seus pacientes que chegam?" E ela me respondeu "vc tem certeza que ele veio para o meu andar?" Foi aí que o Ricardo me disse "deve ter ido pro nono andar", e uma enfermeira que começou a subir as escadas com a gente disse "mas o nono não estão deixando entrar estudantes pra visita", mas ela mesmo disse "a coordenadora está no décimo, vamos até lá". Chegando lá a coordenadora pediu pro segurança pesquisar a ficha do nosso amigo pra ter certeza em que andar ele estava, mas nesse momento o sistema parou, aí a coordenadora pediu para o segurança dar o crachá dele pra gente e falou q podíamos ir atrás até achar. Descemos ao nono andar e começamos a correr pelos corredores, até que achamos. Ele estava em estado grave por uma doença que o hospital estava cheio. Eu e o Ricardo decidimos descer até a sala de aula de volta, mas qdo começamos a descer já eram escadas rolantes e uma espécie de shopping e estava todo mundo correndo em direção a saídas, descendo as escadas desesperados. Continuamos a descer para chegar na sala, mas resolvemos perguntar pra um segurança o pq estavam evacuando o shop. E ele respondeu que pq os diretores decidiram manter fechado até a doença acabar e nos auto falantes avisava que não iam ser devolvidos valores de ingressos de cinemas. Eu e o Ricardo resolvemos continuar correndo em direção a sala, mas num momento passou um monte de gente correndo pela gente e nos perdemos. Em um certo momento passei perto de uma das saídas e o segurança me colocou pra fora, eu tentei avisar q eu era estudante, mas ele nem ouviu. Lá fora fiquei procurando pelo Ricardo, pra saber se ele tbm tinha saído, até que achei. Alguns minutos depois caiu uma espécie de míssil ou bomba em uma das partes do prédio. Uma galera do lado de fora ficou olhando. Mais alguns minutos o Ricardo começou a passar mal, dor no peito e caiu. Fui olhar com uma lanterna de luz Negra e vi luzes roxas, nesse momento disse que todos q estavam ali tinham sido atingidos por radiação. Sai correndo sentido ao laboratório do hospital, onde eles já estavam fechando as portas pq todo mundo queria exame, mas eu por ser conhecido deles consegui entrar. Duas enfermeiras vieram me atender, uma eu conhecia a outra queria ir embora e não ter atendido. A que veio colocar o acesso era a que não queria atender, eu avisei que minha melhor veia era a do braço direito e ela quis pegar a do esquerdo e acabou estourando. Aí a enfermeira conhecida veio e pegou a veia do braço direito. Tirou sangue e começou a aplicar um soro específico. Mas eu não quis ficar ali parado e sai com o acesso no braço mesmo pra ir pro prédio do hospital e shop. Chegando lá me identifiquei e consegui entrar, já subi para os andares dos atendimentos que estavam lotados. Alguém gritou que estavam chegando mais 10 multilados e fui ajudar. No meio do caminho liguei para o Ricardo para saber se estava bem, ele atendeu e disse que estava chegando em casa já. Expliquei pra ele sobre a radiação e as explosões e ele disse q iria voltar. Chegando em um dos andares para atender os sistemas caíram todos aí gritei para chamar a atenção de todos e falei : " temos pessoas mais velhas aqui q já trabalharam sem sistema, então cada novato ajuda uma pessoa mais antiga e vamos trabalhar". Nesse momento liguei para minha mãe e minha mulher e disse o q estava acontecendo, sobre as bombas e sobre oq tinha acontecido comigo da radiação. Desliguei o telefone e voltei a ajudar. Em um momento eu estava saindo junto com uma enfermeira para analisar o prédio por fora e vimos que os mísseis estavam atingindo as laterais do prédio que era bem grosso. Então pensamos que todos tinham que ficar na parte mais central do prédio. Voltamos para dentro do prédio e tivemos dificuldade de entrar pq tinha muita gente querendo entrar tbm e os seguranças não estavam deixando entrar. Conseguimos entrar e subimos uma escada rolante e voltamos para os atendimentos, quando cheguei lá tinha um monte de mangueira de oxigênio embolada, um enrolando no outro pq todos os funcionários estavam com cateters de oxigênio por causa da explosões e poeiras. Nesse momento me chamaram no estacionamento, quando cheguei lá estavam, meu pai, minha mãe, minha mulher e um filho. Nisso eu falei " não era pra vcs estarem aqui", aí meu pai disse" se vc está ajudando e correndo risco, vamos ficar c vc". Aí falei q então eles ia ficar no mesmo lugar q eu, na parte mais interna do prédio. Chegando lá em cima deixei eles numa antesala e fui continuar atendendo. Os ataques continuavam intercalando entre míssil e um avião soltando cobras. O Ricardo que estava próximo a gente pegou uma cobra bem perto da gente, ele levou uma picada, quando fui ajudar ele tbm levei uma picada. Então falei para que minha família ficasse naquele lugar que eu e ele iríamos buscar um soro. Passamos por um lugar aberto do prédio que tinha uma piscina no meio, as pessoas na parte coberta tentando se esconder dos ataques. Passamos correndo até a parte do prédio que tinha o soro, chegando lá pedimos para uma pessoa que estava na porta da sala dos soros. Injetamos o soro e voltamos. Qdo voltamos peguei minha família e estava levando para outro lugar do prédio , mas na porta encontrei um diretor do hospital indo embora, aí perguntei se tinha acabado e ele disse que sim, que já haviam parado os ataques. Dei um abraço nele e apresentei a família pra ele. Entrei para continuar os atendimentos mais tranquilo. Em um leito a direita de onde deixei minha família esperando tinha uma amiga de sala que foi atingida e tinha perdido o movimento de uma das pernas , fui até lá consola- la, ela disse que estava bem, pra ir ajudar outras pessoas. Fui rodar pelo andar pra ver a situação, passei por um lugar onde tinham pessoas fazendo comida pra servir a todos e depois voltei e um coordenador falou pra eu aplicar uma espécie de injeção nas pessoas pra previnir alguma coisa, mas era pra aplicar um sim dois ou três não. Terminei de aplicar, comecei a conversar com um outro estudante no corredor e fim.

Sonhei que estava me casando ao ar

Sonhei que estava me casando ao ar livre, andando por um corredor de grama e flores brancas. Não conseguia me ver do obro para cima, parecia que estava me casando com meu melhor amigo. No fim da cerimônia não era eu que estava se casando era outra mulher que não conhecia.

Eu sonhei indo a uma entrevista de

Eu sonhei indo a uma entrevista de emprego numa empresa enorme, a empresa era toda azul. A moça que me contratou, disse que tinha que me levar a um lugar e eu acompanhei-a. A gente descia uma ladeira em terra, passava por trechos cercados por varas, muito estreito. A gente andou e muito e foi escurecendo, em um dado momento do sonho, eu estava em um corredor estreito e escutei quando alguém gritava:corre. E eu saí correndo, no final desse corredor, eu encontrava umas primas que estavam provando sandálias e elas me mostravam essas sandálias. Uma que eu gostei muito era branca e rosa com desenhos de borboletas. Eu saí do lugar querendo encontrar a menina que havia me levado, mas não sabia onde estava. Perdida, encontrei um casal que me perguntou o que havia acontecido e eu contava tudo. Eles me falavam que eu havia entrado no meio dos ciganos e que não era seguro estar lá. A mulher me chamava para ir a casa dela e de lá eu telefonaria para a empresa ou para a moça.

Eu não consigo me lembrar muito bem

Eu não consigo me lembrar muito bem da ordem cronológica dos eventos do meu sonho, porém ele estava relacionado com uma escola que eu estudei por muito tempo e uma escola que eu iria estudar no começo do ano. Eu lembro de estar na escola que eu ia estudar e um dos meus melhores amigos estava lá também, nós estávamos tendo aula mesmo durante a pandemia, todos sem máscara, só que todo mundo ficavam em gaiolas muito apertadas que as vezes comportavam mais de uma pessoa e, essas gaiolas ficavam muito próximas umas das outras. Também lembro que o país estava numa crise muito pior e minha mãe ia vender pilha derretida pra sair do país, porém eu joguei água na pilha derretida sem querer e fiquei tentando recuperar. Outra coisa que eu me lembro é que ia ter jogos internos na escola que eu estudei e nós estávamos vendendo doces para que pudesse acontecer, já que a escola não podia financiar por causa da crise, aí eu fui vender uma bala, só que eu me distraí e comi a bala sem querer, então eu fui na minha sala pra pegar outra, porém havia duas gurias que ficavam dançando na escada pra distrair as pessoas e deixar elas confusas, então eu apenas passei por elas como se eu não me importasse e subi a escada, mas na hora que eu virei o corredor eu quase caí de quatro andares e as meninas começaram a rir de mim. Depois disso eu só meu lembro de estar em um filme como se fosse um filme das Barbie qualquer, porém cheio de palavrões. E o sonho também ficava dando pausas muito reais em que eu começava a sonhar que acordava na minha cama, pegava meu celular e começava a falar um monte de besteiras por mensagem no meu grupo de amigos.

Sonhei que estava em um quarto pequeno

Sonhei que estava em um quarto pequeno meu marido estava acariciando uma menina novinha em uma cama desarrumada na minha frente fiquei furiosa xinguei comecei a arrumar minha mala e da nossa filha chamei o nome dela é disse que íamos embora tinha outras pessoas estranhas e me vi em uma sala enorme no escuro procurei o interruptor e acendi a luz era uma sala branca grande e fazia olhei para pora tinha um corredor imenso e lá no fundescuro

Sonhei que morava numa estação de trem

Sonhei que morava numa estação de trem numa estrada num lugar bem isolado, na frente da casa era a recepção uma salinha com banquinhos para os passageiros, depois vinha a sala de estar separada por um portão de ferro e uma janela gradeada de ferro com vidro fosco, logo após os dois quartos e um corredor pequeno que dava pra cozinha sem muros e o lugar era perigoso, me lembro deste sonho como se tivesse vivido realmente neste local foi um sonho muito estranho o lugar era muito estranho.

Sonhei que estava dormindo sozinha em casa,

Sonhei que estava dormindo sozinha em casa, no quarto da minha mãe e estava escuro. senti que tinha alguém comigo, mas olhava ao redor e não tinha ninguém... ao quase pegar no sono, senti alguém puxando levemente uma mecha do meu cabelo e então parecia ter alguém dormindo ao meu lado, porém quando fui verificar não havia ninguém. levantei da cama para ir para a sala e nisso que levantei, ouvi um barulho e ao olhar para a cama o colchão estava no chão. fui para a sala e minha mãe estava dormindo no sofá, ao vê-la, fui acordá-la para falar para se deitar na cama, e enquanto ela despertava fui acariciar meu cachorro e logo depois percebi que tinha alguém parado no corredor e minha mãe o encarava com um semblante um pouco assustado e eu também estava assustada. após olhar com mais atenção, percebi que era meu avô (que já faleceu). minha mãe foi correndo falar com ele e eu fui falar com ele também, porém, minha mãe passou por ele direto e quando eu me aproximei, ele abriu os braços para mim, como se quisesse me abraçar.