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Sonhei que estava em um local que

Sonhei que estava em um local que tinha um caixão aberto e que esse caixão estava sendo colocado dentro do caminhão. Nesse caminhão tinha o motorista o perito e mais 2 pessoas . Tinha 2 moças gritando minha vó. Aí no sonho o caminhão tinha que descer uma ribanceira enorme , eu deci essa ribanceira e ia pulando em cima de montanhas de travesseiro, logo depois minha mãe desceu tb. Eu falei com ela mãe o caminhão n vai conseguir descer aqui ele vai voar. Aí ficamos escondidas para ver e o caminhão saiu capotando até chegar no fim da ribanceira todos que estavam no caminhão morreram. Logo depois me vi na casa de uma conhecida bem distante (mãe de santo e lésbica) estava lá eu minha filha ela é sua namorada, enquanto ela me mostrava sua casa, eu e minha filha ficamos para trás e quando voltamos ela está a fazendo sexo com sua parceira e pra minha filha de 4 anos n perceber resolvemos tomar banho ,no banho lavei a cabeça dela e a minha . Logo depois contei o sobre o acidente de caminhão e que eu tremia igual vara verde. De repente estávamos na sala eu minha filha ela e sua namorada ( que eu conheço as duas ) e meu pai , no fim estávamos comendo chiclete. Aí acordei

Tava tendo alguma festa na casa de

Tava tendo alguma festa na casa de Gabriel e aí na mesa tinha uma vasilha c salgados, só que não tinha muitos. E aí tinha duas meninas gêmeas, que foram lá e pegaram praticamente tudo. E aí eu vi e fui falar com elas.Eu n me lembro as palavras exatas.Eu cheguei em uma das garotas e falei pra ela contar a quantidade de salgados ela contou "1,2,3,4,5,6,7,8,9,10" eu n me lembro se ela parou no 10 ou 14, mas foi alguns desses números, aí eu continuei "Você vai conseguir comer tudo isso? Você pegou a metade dos salgados, e vc não vai conseguir comer tudo isso! Olha todas as pessoas que estão aqui, você vai deixar elas sem comer? Temos que aprender a dividir, pra que todos comam.... " Acho q a garotinha entendeu o recado. Ps: Leia como se eu tivesse dando o conselho, ensinando uma criança, n leia como se eu tivesse brava ou reclamando,pq foi algo tão lindo ensinar essa garota no meu sonho vei.

Sonhei com uma pessoa que já morreu

Sonhei com uma pessoa que já morreu correndo atrás de um ônibus e minha prima chamando por ela, em seguida uma fila para entrar nesse ônibus e cada pessoa tinha uma bolsa e uma delas tinha uma mala preta pequena, tinha uma festa nesse sonho e as pessoas estavam esperando esse ônibus para ir embora

Sonhei que estava em um ponto de

Sonhei que estava em um ponto de ônibus e estava de noite e um rapaz desconhecido que eu nunca vi na vida se jogava na frente de ônibus e morria no chão tinha poça de sangue e no sonho parecia que só eu estava assustada com aquilo referente as outras pessoas que estavam no ponto comigo nem deram muita atenção

Sonhei com varias pessoas de branco dentro

Sonhei com varias pessoas de branco dentro de um rio mais eram q se fosse entidades de condomble e q eu tbm dancava danças de ca0ndomble com eles mais eu estava fora do rio

Eu sonhei que estava indo a escola

Eu sonhei que estava indo a escola entregar meus trabalhos de escola Na volta e na volta eu encontrei vários trabalhos e papéis de atividades minhas jogadas no chão, como se eu tivesse esquecido de entregar , nesse mesmo momento o cenário do meu sonho muda e passa a ser uma subida com o tempo frio e nublado e do meu lado Dois vampiros ,Damon Salvatore e Stefan Salvatore eles subiam o morro comigo chegando mais a cima do morro eu avistei uma casa grande de madeira eles entram e me pedem pra esperar ali fora ,eles entram e eu fico então eu olho para o outro lado da rua de asfalto e há uma outra casa de madeira dessas americanas com 2 pessoas no escuro eu apenas vejo os olhos amarelos de um deles então eles saiem de lá e eu vejo nítidamente o homem de olhos amarelos , eu vejo o Klaus Mikaelson e o Helija mikaelson o klaus que é um híbrido se aproxima de mim e quando ele vai me falar algo eu acordo

Sonho estranho. Sonhei que muitas pessoas, por

Sonho estranho. Sonhei que muitas pessoas, por causa de uma doença morriam. A doença deixava a pessoa fraca, ela podia estar de pé, bem de saúde, quando a doença pegava ela com pouco tempo deixava a pessoa fraca e com menos de 30 minutos a pessoa adormecida e não acordava mais e tudo isto era como se ela não sentisse nenhuma dor. O mundo estava acabando. Vi primeiro minha filha morrendo e depois meu filho, mas sabia que todos morreriam en6tao não ficava tão triste pois vi que eles não estavam sofrendo. As pessoas que eram mais fortes ficavam vivas. Só que logo já vinham enchente de água como se tivesse vindo pelas ruas das casas. Quando a agua batia nas pessoas elas não sentiam dor apenas apagavam e morriam. Algumas pessoas como eu acabaram escapando da agua, subindo em um monte. Como todos tinham que morrer  logo veio outra manifestação. Um grande terremoto, neste momento pensei: - agora é minha vez não tenho mais por onde escapar Eu estava com muito medo pois sabia que seria esmagada pelos concretos. Mas não sei explicar porque sabia que não iria sofrer pois a morte era certa e rápida Foi aí então que eu e mais algumas pessoas fomos esmagados pelo teto de um edifício e daí por diante já não me lembro mais de nada.

Eu estava cursando medicina com um amigo

Eu estava cursando medicina com um amigo da época da escola (Ricardo), em um certo momento tivemos que levar um amigo de classe as pressas para a internação, mas em algum momento nos perdemos da pessoa que estava empurrando a maca. Continuamos a subir o prédio pelas escadas, chegamos ao 7° andar e perguntamos onde as enfermeiras tinham colocado nosso amigo e uma delas respondeu "leito 1", mas qdo fomos olhar não era ele, nesse momento dei um grito"é oq chegou no cavalo", a mesma enfermeira disse outro leito, mas que tbm não era ele, aí nesse momento eu gritei com ela "sua incompetente, vc não sabe nem onde vão parar seus pacientes que chegam?" E ela me respondeu "vc tem certeza que ele veio para o meu andar?" Foi aí que o Ricardo me disse "deve ter ido pro nono andar", e uma enfermeira que começou a subir as escadas com a gente disse "mas o nono não estão deixando entrar estudantes pra visita", mas ela mesmo disse "a coordenadora está no décimo, vamos até lá". Chegando lá a coordenadora pediu pro segurança pesquisar a ficha do nosso amigo pra ter certeza em que andar ele estava, mas nesse momento o sistema parou, aí a coordenadora pediu para o segurança dar o crachá dele pra gente e falou q podíamos ir atrás até achar. Descemos ao nono andar e começamos a correr pelos corredores, até que achamos. Ele estava em estado grave por uma doença que o hospital estava cheio. Eu e o Ricardo decidimos descer até a sala de aula de volta, mas qdo começamos a descer já eram escadas rolantes e uma espécie de shopping e estava todo mundo correndo em direção a saídas, descendo as escadas desesperados. Continuamos a descer para chegar na sala, mas resolvemos perguntar pra um segurança o pq estavam evacuando o shop. E ele respondeu que pq os diretores decidiram manter fechado até a doença acabar e nos auto falantes avisava que não iam ser devolvidos valores de ingressos de cinemas. Eu e o Ricardo resolvemos continuar correndo em direção a sala, mas num momento passou um monte de gente correndo pela gente e nos perdemos. Em um certo momento passei perto de uma das saídas e o segurança me colocou pra fora, eu tentei avisar q eu era estudante, mas ele nem ouviu. Lá fora fiquei procurando pelo Ricardo, pra saber se ele tbm tinha saído, até que achei. Alguns minutos depois caiu uma espécie de míssil ou bomba em uma das partes do prédio. Uma galera do lado de fora ficou olhando. Mais alguns minutos o Ricardo começou a passar mal, dor no peito e caiu. Fui olhar com uma lanterna de luz Negra e vi luzes roxas, nesse momento disse que todos q estavam ali tinham sido atingidos por radiação. Sai correndo sentido ao laboratório do hospital, onde eles já estavam fechando as portas pq todo mundo queria exame, mas eu por ser conhecido deles consegui entrar. Duas enfermeiras vieram me atender, uma eu conhecia a outra queria ir embora e não ter atendido. A que veio colocar o acesso era a que não queria atender, eu avisei que minha melhor veia era a do braço direito e ela quis pegar a do esquerdo e acabou estourando. Aí a enfermeira conhecida veio e pegou a veia do braço direito. Tirou sangue e começou a aplicar um soro específico. Mas eu não quis ficar ali parado e sai com o acesso no braço mesmo pra ir pro prédio do hospital e shop. Chegando lá me identifiquei e consegui entrar, já subi para os andares dos atendimentos que estavam lotados. Alguém gritou que estavam chegando mais 10 multilados e fui ajudar. No meio do caminho liguei para o Ricardo para saber se estava bem, ele atendeu e disse que estava chegando em casa já. Expliquei pra ele sobre a radiação e as explosões e ele disse q iria voltar. Chegando em um dos andares para atender os sistemas caíram todos aí gritei para chamar a atenção de todos e falei : " temos pessoas mais velhas aqui q já trabalharam sem sistema, então cada novato ajuda uma pessoa mais antiga e vamos trabalhar". Nesse momento liguei para minha mãe e minha mulher e disse o q estava acontecendo, sobre as bombas e sobre oq tinha acontecido comigo da radiação. Desliguei o telefone e voltei a ajudar. Em um momento eu estava saindo junto com uma enfermeira para analisar o prédio por fora e vimos que os mísseis estavam atingindo as laterais do prédio que era bem grosso. Então pensamos que todos tinham que ficar na parte mais central do prédio. Voltamos para dentro do prédio e tivemos dificuldade de entrar pq tinha muita gente querendo entrar tbm e os seguranças não estavam deixando entrar. Conseguimos entrar e subimos uma escada rolante e voltamos para os atendimentos, quando cheguei lá tinha um monte de mangueira de oxigênio embolada, um enrolando no outro pq todos os funcionários estavam com cateters de oxigênio por causa da explosões e poeiras. Nesse momento me chamaram no estacionamento, quando cheguei lá estavam, meu pai, minha mãe, minha mulher e um filho. Nisso eu falei " não era pra vcs estarem aqui", aí meu pai disse" se vc está ajudando e correndo risco, vamos ficar c vc". Aí falei q então eles ia ficar no mesmo lugar q eu, na parte mais interna do prédio. Chegando lá em cima deixei eles numa antesala e fui continuar atendendo. Os ataques continuavam intercalando entre míssil e um avião soltando cobras. O Ricardo que estava próximo a gente pegou uma cobra bem perto da gente, ele levou uma picada, quando fui ajudar ele tbm levei uma picada. Então falei para que minha família ficasse naquele lugar que eu e ele iríamos buscar um soro. Passamos por um lugar aberto do prédio que tinha uma piscina no meio, as pessoas na parte coberta tentando se esconder dos ataques. Passamos correndo até a parte do prédio que tinha o soro, chegando lá pedimos para uma pessoa que estava na porta da sala dos soros. Injetamos o soro e voltamos. Qdo voltamos peguei minha família e estava levando para outro lugar do prédio , mas na porta encontrei um diretor do hospital indo embora, aí perguntei se tinha acabado e ele disse que sim, que já haviam parado os ataques. Dei um abraço nele e apresentei a família pra ele. Entrei para continuar os atendimentos mais tranquilo. Em um leito a direita de onde deixei minha família esperando tinha uma amiga de sala que foi atingida e tinha perdido o movimento de uma das pernas , fui até lá consola- la, ela disse que estava bem, pra ir ajudar outras pessoas. Fui rodar pelo andar pra ver a situação, passei por um lugar onde tinham pessoas fazendo comida pra servir a todos e depois voltei e um coordenador falou pra eu aplicar uma espécie de injeção nas pessoas pra previnir alguma coisa, mas era pra aplicar um sim dois ou três não. Terminei de aplicar, comecei a conversar com um outro estudante no corredor e fim.