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Sonhos também

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Explore uma coleção dos últimos sonhos compartilhados por nossa comunidade. Descubra temas comuns, narrativas intrigantes e simbolismos únicos. De aventuras vívidas a cenários instigantes, esses sonhos recentes oferecem um vislumbre da mente subconsciente e podem até mesmo despertar insights sobre seu próprio mundo de sonhos. Navegue pelos "Últimos Sonhos" para encontrar inspiração, conectar-se com outras pessoas e mergulhar mais fundo no fascinante reino dos sonhos.

Eu estava em um lugar onde várias pessoas trabalhavam apressadamente, arrumando tudo para o Natal. Era um ambiente lotado, quase impossível de se mover. Em certo momento, a porta se abriu e apenas algumas pessoas podiam sair. Então você aproveitou o movimento, se misturou ao grupo e conseguiu sair sem ser notada. Ao sair dessa sala, você entrou em um salão onde acontecia um grande evento. Você estava com a sua mãe, e percebeu que ele (uma pessoa que gosto dele porém estamos afastados) também estava lá, junto com a mãe dele. Quando você comentou isso com a sua mãe, ela reclamou que a mãe dele tinha olhado torto para ela e disse que achava que eles eram metidos. Mesmo assim, você estava super confiante e desinibida. Inclusive falou em outro idioma com a pessoa que recebia os convidados. Essa pessoa indicou os assentos 16 e 17, onde você e sua mãe se sentaram. Durante o evento, surgiu uma mulher loira muito bonita, quase como uma miss ou uma rainha, usando uma capa e roupas de realeza. Ela passou perto de você, foi até o palco, disse algumas coisas e saiu. Depois disso, ele também falou no palco, mas não diretamente com você — apenas como parte do evento. Então apareceu outro homem bonito que também discursou. Atrás de você, algumas mulheres comentaram discretamente: “Você vai casar com o vereador?” Você ficou confusa e perguntou “Que vereador?”, mas elas não explicaram mais nada. Quando o evento acabou, você saiu e entrou em um ônibus onde estavam vários famosos, como Vin Diesel e Beyoncé. Você pediu para tirar fotos com eles, como se fosse algo natural e eles tiraram de forma simpática e interagindo comigo mas a bateria do meu celular estava baixa 1%

Na vida real ontem, eu conheci um pessoal de Jaboticabal. No sonho, eu ia pra Jaboticabal em um conversível vermelho, e ao meu lada estava a Bruna, a menina q conheci ontem. Andamos um pouco pela cidade. O sonho corta pra onde parei o carro e apreciando a vista beijei a Bruna. O sonho corta novamente pra eu chegando na minha cidade de van, desço da van e vou pra minha república. Lá encontro minha ex. O sonho corta novamente, dessa vez pra uma cena onde estou sentado em uma cama e minha ex também, ela me diz que outra amiga minha se divorciou e que deixou os cachorros aqui. Então minha ex começa a me beijar, e, sentindo a tensão sexual acontecendo, digo “não” e acordo.

Eu acabei de fazer um vídeo e eu ia ajudar. que era bem que era bem elevada e eu estava lá em cima com algumas pessoas, a cabelo do menino. Aí eu ia passar o base de roxo e tal, só que ele estava ficava verde. Aí eu se passei gente eu falei não, vamos ficar a vou fingir que eu sou a Shrek e tal, vou fazer uma maquiagem. Aí essas pessoas da minha que eu chutei na quinta-feira e me deixou uma menina lá que eu chutei, que até hoje eu gosto muito dela. E aí esse povo não, porque ele pode ter sido e tal. Eu pode ter sido essa maquiagem que ficava muito velha, porque eu estava assistindo bonito, entendeu? Descer depois lá. E aí tem um grupo de meninos que eu chutei e colocava palha pintada de tinta de um monte de coisa e jogava em cima de mim. Eu fiquei com tanta raiva por isso essa menina brinquedo. Aí elas machucou e tal. Aí com isso a polícia veio e não sei o quê e tal. Aí eu tentava dar minha versão e tal, mas minha mãe soube o que aconteceu e expliquei que estavam me humilhando, não sei o quê. Aí elas ficou do lado e eu comia também. Aí eu não sei como estava tipo eu e todo mundo dentro do avião no aeroporto do Rio de Janeiro. E aí eles armaram esse povo que... Família dessa menina que tem dinheiro pegou e armou uma venda com o ciclo de Cristo. Cristo apanhou ela, gritaram Jesus e Jesus e o próprio Deus, espera, espera. Aí a maioria do povo tudo pulou do avião, porque muita muita gente, não saía daquele povo, muita gente pegou e saiu do avião, pulou naquele negócio que a gente paraquedas, pra machucar. Aí a maioria do povo estava começando a ficar do meu lado, porque estava entendendo o que estava acontecendo. Aí eles compraram, né, eles que criaram isso, que inventaram tudo isso que aconteceu. Eles que inventaram e pagaram pra poder isso acontecer, depois eles estavam estourando, falando que davam dinheiro e tal, em troca dele ficar quieta, não falar mais nada sobre o que aconteceu. E eu só queria saber da minha família, e eu falei de primeiro que não, depois eu pensei, pô, é melhor, porque eles podem pegar e matar. Aí eu peguei e falei sim, pode ser, mas deixa minha mãe e minha família quieta. Aí mesmo com isso, eles planejaram um negócio que muitas gente desceu, desceu porquinho, um negócio de pessoas da Olimpíada, pessoas da Olimpíada. E as pessoas ficavam tipo pertendo, tudo correndo, muitas pessoas, e eles poderiam perigoso e machucar a gente, matava na hora. E aí mesmo tendo que aceitar eles tal e eles ficavam falando, eles me deixaram carão, esse negócio. E eu e um monte de gente que acreditava em mim, pegaram e ficava correndo esse negócio. Esse negócio. E aí a demora nunca mais tinha visto ela. E aí a gente... Era como se fosse na praia ao mesmo tempo, e aí um monte de na praia e procurando os parentes, e eu olhando, procurando a minha mãe, procurando a minha mãe. Quando eu desci pra praia, porque daí a fumo atingia o povo que estava por esses atletas, não ia atingir a gente quando viesse tudo. E foi isso.

Eu andando com uns amigos e passa uma viatura no sentido contrário e via a gente depois voltava e meus amigos correram e mais na frente pra onde a gente estava andando tinha uns policiais parado e abordava a gente e meus amigos tinham corrido eu me rendi ai começo uma trocação de tiro e os policia tinham matado uns colegas meu aí um dos policiais tava baleado e caiu no chão na minha frente e tinha uma policial mulher q caiu também e ela falou para um amigo meu que estava armado para leva ela pro inferno logo aí ele deu um tiro nela e a policial morreu em seguida sonhei com um amigo que já tinha falecido ele estava cego e a mãe dele tinha morrido eu dava meus pisamos maís ele parecia não se importa com a morte da mãe em seguida aprecia dentro de casa dele duas vezes maís ficava com um sentimento de medo e pediu pra ir embora depois fui para um hospital tinha um homem velho em uma marca eles falava algumas palavras eu não entendi disso q meu pai tinha quase a merma ideia que ele parecia que ele ia fazer algum procedimento cirúrgico meio q falar q ia fica tudo bem em seguida queria sai do hospital veio uma mulher e me mostrou uma parade nela tinha um quadrado pequeno d cimento ela manda eu colocar meu rosto colado nele que eu ia sair dali fui para um outro mundo meio q me teletransportei pela parede vir uma mulher meio que sentada parecia uma pomba gira me reverenciei para ela me disse q não precisa disso em seguida vir um laço vermelho do lado dela ela me disse que eu ia volta em forma de cachorro sem braços e sem perna só com a cabeça e com o corpo paralisado eu voltei para o mundo normal que eu estava no sonho de novo, via muito dinheiro em um saco não era real e sim parecia ser Euro ou dola tinha uns mil reais eu contava e via que tinha mil reais certinho ficava feliz por que não tinha visto tanto dinheiro Asim já minha mão em seguida parecia q eu tava voando aquelas pessoas que morreram no tiroteio estava no chão com um pano cinza coberto e várias pessoas do lado vendo.

Sonhei que eu estava na escola e que no recreio veio um cara que eu não vejo desde 2023 que é um primo de uma amiga minha juntamente com uma menina do sexto ano que a gente não é amiga não é colega a gente só é conhecida mesmo não temos nenhum tipo de amizade essa menina é branca loira com olhos azuis e simplesmente ele que eu não vejo desde 2003 ele é loiro do olho castanho e eu sou uma loira média(as sou passada por morena, pois meu cabelo é muito escuro)de olho castanho e ele é muito mais forte do que eu e ele me joga no chão no pátio da escola e todo mundo vê mas ninguém me ajuda porque os meus amigos na escola sumiram as únicas pessoas que estão na escola são as pessoas que mais me odeiam inclusive professores e eu fico vagando pela escola atordoada por causa da pancada sentindo muita muita muita dor e eu descubro partes novas da escola que eu nunca tinha visto e o céu ele tá muito muito claro sabe um dia bem ensolarado só que quando eu começo a descobrir outras partes da escola como por exemplo Pátio cinza com vários bancos e mesas e muita gente sentada na mesa e também na grama fica cinza só que aí eu vou para outra parte da escola que seria a parte da frente para gente ir embora sem ser a hora de ir embora ainda sendo Recreio o tempo volta a ficar ensolarado e quando eu volto para uma outra parte da escola que eu não conheço tá frio e todo mundo tá usando blusa de frio e eu sem querer esbarra uma menina achando que era uma conhecida minha e não era e eu fui pedir perdão e ela começou a me xingar e ela odiava e começou a olhar para mim com cara feia e quando eu saí da escola eu falei com a minha amiga que o primo dela tinha feito isso comigo na escola e na hora que ela foi falar comigo Eu acordei( todos usavam o uniforme da minha escola, tênis ou chinelo e calça preta, e, quando fica frio, os casacos dos meninos é Preto, ou Azul, ou Vermelho,ou Amarelo( minha Cor Favorita) ou Verde Militar. Das meninas Preto com Branco, ou Rosa( tons Claros e Escuros) ou Bordô) e eu Estava com minha roupas normais ( Blusa Preta, Calça jeans Azul -medio, Blusa de frio Branca e uma Bandana Preta e Branca na cabeça e olhos, mas não tenho problema de visão nenhuma e na vida real nem uso óculos e no sonho o óculos era sem grau) e quando fui falar com minha amiga ela tinha cabelo cereja bem escuro( na vida real ela é assim) cabelo curto( na vida real o cabelo dela é grande) é óculos( na vida real ela usa tbm) e ela estava de uniforme da minha escola calça preta e sem blusa e tênis preto assim como os outros

Cara que sonho foi esse eu não consegui compreender ele sabe eu sonhei que eu e ela estávamos namorando e que por algum motivo uma das minhas irmãs bateu nela sei lá e quando eu fui conversar com ela ela tinha me bloqueado mais depois de um temo eu a vejo na casa da minha mãe e eu fico conversando com o porque ela queria lançar um processo em nossa família e falei para ela lembrar do processo que prenderia ela ums 30 a 40 anos o processo que ela ia dar ia prender ou eu ou o me irmão por ums 25 anos e ela parecia meio triste sabe e eu fui conversando com ela dizendo o quanto eu a amava e em algum momento eu fiquei de joelhos e comecei a chorar algo como "não vai porfavor eu preciso de você, me perdoa eu sei que errei, não me deixa Alessandra porfavor volta" e ela para começa a chorar e me abraça e não me solta mais eu ela fica assim e todos em volta ficam conversando e ela diz algo que não me lembro e era algo mais ou menos "me desculpa por isso vamos ficar juntos", eu acordei apreensivo e outra quando eu tava mandando mensagem para ela no sonho ela respondia todas e tinha me desbloqueado é como se ela também não queria ficar distante mais algo bolo estava nos mantendo separados e isso me fez acordar e ficar em dúvida porque esse sonho foi tão real porque eu não me esqueci totalmente desse sonho cara eu acho que era isso que ia acontecer e talvez seja isso o que o 27 significava esse tempo todo uma data da qual eu teria esse sonho

Eu e minha família estávamos em uma cidade onde todos nos tratavam como se fôssemos da realeza. Durante o dia, ficávamos em um lugar que parecia um hotel fazenda, cheio de pés de frutas e piscinas, e à noite íamos para uma mansão enorme, discreta, que lembrava um castelo antigo. Em certo momento, surgiu um homem que queria nos matar e começou a nos perseguir pela cidade inteira. Apesar disso, a população se mobilizou para nos ajudar e, graças a esse apoio, ele desistiu da perseguição. Depois disso, voltamos ao hotel fazenda e curtimos bastante o dia na piscina. Enquanto meus pais foram para uma mesa do restaurante, fiquei apenas com meu irmão mais velho. Decidi sair da piscina e caminhei até um pé de lichia, que tinha frutos enormes e suculentos. No entanto, não cheguei a comer a fruta nem a entrar em uma casinha simples que havia por perto. Antes disso, comecei a me sentir tonta, perdi a consciência e, de repente, já escutava vozes dentro da casinha dizendo que meu coração estava batendo muito fraco. Nesse momento, tive a sensação de sair do meu corpo. Eu via meu corpo deitado em uma maca, mas ninguém mais me percebia. Então apareceu um homem alto, de cabelos longos e brancos, que se apresentou como um “medicineiro”. Ele começou a examinar meu corpo e disse que meu coração estava parando. Tentou massagem cardíaca, mas não funcionou. Colocou um aparelho que começou a apitar e afirmou que teria que aplicar choques. Mesmo fora do corpo, eu conseguia interagir: fui eu quem apertou o botão do primeiro choque, após o medicineiro acenar em sinal de aprovação. O primeiro não funcionou, mas no segundo choque meu coração voltou a bater. Quando acordei dentro do sonho, ainda me sentia fraca, mas pedi que não contassem nada aos meus pais. O medicineiro me aconselhou a fazer exames. Apesar de não conhecê-lo, ele transmitia confiança, mas também um ar de mistério. Ao sair da casinha apoiada por ele, vi minha família sentada no restaurante, rindo e conversando, sem saber do que havia acontecido comigo. Quando despertei de verdade, fora do sonho, senti uma dor leve na região do peito, exatamente onde havia sido feita a massagem cardíaca. Minha visão estava em preto e branco por alguns minutos, o que me causou angústia. Fiquei deitada olhando para o teto até tudo voltar ao normal para conseguir me levantar.

Sonhei que eu vivia em um topo de um colina, onde a minha casa era uma árvore gigante, a qual dividia com familiares, amigos e conhecidos, como uma tribo. Não eramos humanos, eramos uma espécie de cão misturado com gato, mas sabíamos falar. Tinha uma pessoa que eu tava muito apaixonado, ela também tava. Houve um cena em que nos beijamos, onde eu rapidamente desviei o olhar após o beijo. Logo em seguida teve um cara que tentou assinar a garota que eu gostava a um tempo atrás, e quando tive a chance, e a empurrei do topo de árvore-casa, e ele morreu, enquanto eu anunciei a morte dele com desprezo e frieza. Logo depois eu destruí um placa qualquer porque eu tava muito estressado, e o melhor amigo começou a gritar, dizendo para eu me controlar. Tivemos um luta muito breve logo antes de eu declarar que a amizade que eu tenho com ele e meus amigos é tudo para mim, e nos abraçamos. Logo após isso o sonho acaba.

No sonho, vivi uma experiência estranha e perturbadora: eu “ouvia” várias músicas que pareciam existir plenamente, com títulos definidos, identidade artística clara e até uma estética própria. No entanto, havia algo errado nelas — não pelo som em si, mas pela sensação de excesso, transgressão e confronto com tudo que é sagrado, filosófico ou religioso. Era como se o sonho reunisse mitologias, crenças e sistemas espirituais diferentes apenas para colocá-los em conflito absoluto. Ao acordar, a impressão era de que tudo aquilo deveria permanecer apenas no campo do imaginário, como um pesadelo simbólico sobre intolerância, fanatismo e violência levados ao extremo. Porém, o mais inquietante veio depois: ao pesquisar, percebi que aquelas músicas realmente existiam e haviam sido lançadas. Os nomes, os temas gerais e a identidade eram reais, como se o sonho tivesse antecipado algo que já estava registrado no mundo. Isso me causou uma sensação de desconforto profundo. O sonho deixou de parecer apenas uma criação da mente e passou a soar como um espelho distorcido da realidade — uma representação exagerada de discursos de ódio, radicalização e destruição simbólica que, infelizmente, também encontram espaço fora do sonho. Não era sobre concordar com nada daquilo, mas sobre o choque de perceber que algo tão extremo, que no sonho parecia absurdo demais para existir, já estava materializado. No fim, o sonho não foi sobre as músicas em si, mas sobre o impacto delas: a constatação de que a mente humana é capaz de imaginar horrores — e que, às vezes, o mundo real não está tão distante desses limites quanto gostaríamos de acreditar.

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